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Sinopse
A trama adapta um curta-metragem, Surly Squirrel, dirigido pelo próprio Lepeniotis e mostra as aventuras de um esquilo e seu amigo rato para tentar entrar em uma loja de nozes e afins.
Em A Era do Gelo, co-dirigido pelo diretor brasileiro Carlos Saldanha, fomos apresentados a um dos personagens mais cativantes das animações modernas, Scrat, um esquilo pré-histórico o qual tinha apenas um objetivo: conseguir salvar sua noz. Suas aparições duravam não mais que 5 minutos e já valiam o filme inteiro. O enredo de O Que Será de Nozes se assemelha muito ao que ocorre com Scrat, porém não com o mesmo carisma, brilho e cuidado.
Uma comunidade de esquilos se vê de mão atadas após perceber que não haverá comida suficiente para sobreviver ao inverno. Em um esforço para resolver essa situação, Max acaba por destruir toda a reserva de suprimentos. Sem outras alternativas, o líder Raccon o expulsa do grupo. Em sua busca para se adaptar ao novo mundo fora do parque, ele se depara com uma loja que pode salvar o inverno de todos, pois está repleta de nozes. Junto com seus amigos, Max bola um plano para transportar os alimentos para a reserva, porém seus planos são constantemente frustrados pelos donos do estabelecimento.
A despeito da série de tentativas de tornar os personagens carismáticos – seja pelas piadas, seja pelas suas histórias – a produção falha miseravelmente no principal quesito a que se propõe: o entretenimento. Enquanto, Scrat em menos de dez minutos cativava e divertia a públicos de todas as idades, o elenco de O que Será de Nozes não consegue nem agradar aos mais infantis em uma longa inteiro. É simplesmente chato e não desperta o interesse de acompanhar a saga dos protagonistas.
Para piorar ainda mais a situação – se já não bastasse a péssima construção narrativa -, a animação investe em uma trilha sonora bem duvidosa. Aqui me refiro especificamente ao uso (sem nenhum sentido, diga-se de passagem) da música Gangman Style do Psy, que poderia ter funcionado a anos atrás, quando ainda existia graça.
Entretanto, um aspecto que, sem dúvida, chama atenção é a construção dos cenários que, a despeito de serem simples e minimalistas na maioria da projeção, conseguem passar muito bem todo o clima do parque e do outono. Junto com isso, há o emprego do 3D que ajuda a ressaltar a beleza dessas locações, mas que, infelizmente, não acrescenta muito ao desenvolvimento da narrativa.
Cumprindo a péssima impressão que a tradução brasileira já passa, O Que Será de Nozes não consegue sustentar a história a que se propõe; os personagens não são carismáticos; os conflitos pouco importam e, para finalizar com chave de outro, todo o roteiro (que mesmo retratado em 85 minutos) é inchado com cenas de ação e dança desnecessárias.
Os quatro protagonistas por assim dizer são até carismáticos, Max, Mano, Andie e Gray, mas sinto que falta alguma coisa na aventura, o que torna a animação apenas mediana, deu pra sacar desde o inicio que o guaxinim seria o vilão, o elenco de dublagem tem nomes como Will Arnett, Brandon Fraser e Liam Neeson
Ótima animação, perfeita para se ver com os filhos nesse isolamento. Divertida e bem humorada, da para dar boas risadas e esquecer um pouco dos problemas. Revisto em: 23/03/21
A qualidade da animação não é das melhores, além disso, a história e seu desenrolar é bem chata e tediosa. Única coisa que salva é a dublagem.
Em A Era do Gelo, co-dirigido pelo diretor brasileiro Carlos Saldanha, fomos apresentados a um dos personagens mais cativantes das animações modernas, Scrat, um esquilo pré-histórico o qual tinha apenas um objetivo: conseguir salvar sua noz. Suas aparições duravam não mais que 5 minutos e já valiam o filme inteiro. O enredo de O Que Será de Nozes se assemelha muito ao que ocorre com Scrat, porém não com o mesmo carisma, brilho e cuidado.
Uma comunidade de esquilos se vê de mão atadas após perceber que não haverá comida suficiente para sobreviver ao inverno. Em um esforço para resolver essa situação, Max acaba por destruir toda a reserva de suprimentos. Sem outras alternativas, o líder Raccon o expulsa do grupo. Em sua busca para se adaptar ao novo mundo fora do parque, ele se depara com uma loja que pode salvar o inverno de todos, pois está repleta de nozes. Junto com seus amigos, Max bola um plano para transportar os alimentos para a reserva, porém seus planos são constantemente frustrados pelos donos do estabelecimento.
A despeito da série de tentativas de tornar os personagens carismáticos – seja pelas piadas, seja pelas suas histórias – a produção falha miseravelmente no principal quesito a que se propõe: o entretenimento. Enquanto, Scrat em menos de dez minutos cativava e divertia a públicos de todas as idades, o elenco de O que Será de Nozes não consegue nem agradar aos mais infantis em uma longa inteiro. É simplesmente chato e não desperta o interesse de acompanhar a saga dos protagonistas.
Para piorar ainda mais a situação – se já não bastasse a péssima construção narrativa -, a animação investe em uma trilha sonora bem duvidosa. Aqui me refiro especificamente ao uso (sem nenhum sentido, diga-se de passagem) da música Gangman Style do Psy, que poderia ter funcionado a anos atrás, quando ainda existia graça.
Entretanto, um aspecto que, sem dúvida, chama atenção é a construção dos cenários que, a despeito de serem simples e minimalistas na maioria da projeção, conseguem passar muito bem todo o clima do parque e do outono. Junto com isso, há o emprego do 3D que ajuda a ressaltar a beleza dessas locações, mas que, infelizmente, não acrescenta muito ao desenvolvimento da narrativa.
Cumprindo a péssima impressão que a tradução brasileira já passa, O Que Será de Nozes não consegue sustentar a história a que se propõe; os personagens não são carismáticos; os conflitos pouco importam e, para finalizar com chave de outro, todo o roteiro (que mesmo retratado em 85 minutos) é inchado com cenas de ação e dança desnecessárias.
Não gostei muito, parecia ser mais interessante, mas não é ruim.
Os quatro protagonistas por assim dizer são até carismáticos, Max, Mano, Andie e Gray, mas sinto que falta alguma coisa na aventura, o que torna a animação apenas mediana, deu pra sacar desde o inicio que o guaxinim seria o vilão, o elenco de dublagem tem nomes como Will Arnett, Brandon Fraser e Liam Neeson
Tem animações melhores, com certeza, mas o destaque dessa foi pro ratinho Buddy e a pug Preciosa.
Ótima animação, perfeita para se ver com os filhos nesse isolamento. Divertida e bem humorada, da para dar boas risadas e esquecer um pouco dos problemas. Revisto em: 23/03/21