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Data de lançamento
22 Ago. 2007Duração
Num dos piores ataques contra ocidentais no Oriente Médio, homens-bomba mataram mais de 100 e feriram mais de 200 funcionários de uma petrolífera, além de integrantes de suas famílias. O ataque ocorreu ao complexo residencial de Oasis, em Riad, na Arábia Saudita. Enquanto burocratas discutem questões sobre a territorialidade, o agente especial Ronald Fleury e sua equipe negociam uma viagem secreta de 5 dias à Arábia Saudita, na qual pretendem localizar o responsável pelo bombardeio. Quando chegam no deserto eles se deparam com autoridades sauditas desconfiadas e hostis a americanos se intrometerem em um assunto local. De mãos atadas devido ao protocolo e com o tempo contra eles, os agentes do FBI percebem que sua experiência é inútil caso não conquistem a confiança dos sauditas. É quando Fleury consegue o auxílio do coronel Faris Al Ghazi, que foi designado para proteger os visitantes americanos.
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11.06.2009
"Você acha que sua equipe é a única que quer ir para o paraíso?"
O espelho do ódio, a perpetuação do ciclo de violência de geração em geração
A técnica de Peter Berg é magistral na criação de tensão e realismo. As sequências de ação, especialmente o tiroteio na autoestrada e o clímax, são obras-primas de coreografia e edição
Tem uma propulsão narrativa que nunca cede, prendendo o espectador do início ao fim
Ashraf Barhom ancora uma atuação cheia de nuances, evitando que a obra caia em uma simples dicotomia "americanos bons Vs. árabes maus"
A atenção aos detalhes em táticas, armamentos e procedimentos confere uma autenticidade raramente vista em filmes de ação de Hollywood
O Ciclo da Violência. Intervencionismo e Jurisdição. Choque e Ponte Cultural. Justiça Vs. Vingança.
Embora eficaz para a imersão, o uso excessivo da câmera na mão pode ser visualmente cansativo
Com exceção de Al-Ghazi, os personagens americanos são arquétipos funcionais. Sentimos a tensão de sua situação, mas não nos conectamos profundamente com quem eles são
Mostra o homem como um ser caído, necessitado de uma redenção que as armas não podem prover.
Um espelho visceral da desolação da natureza humana sem a Graça, onde a busca pela justiça corre o risco constante de se afogar no abismo da vingança, revelando que a espada do homem, sem a luz da Razão Divina, apenas perpetua o deserto que tenta florescer.
Muito bom!
1 estrela para a Garner. Não tem como.
Até que é legalzinho.
As cenas finais são bem boas, fora isso não tem nada demais