Depois de cometer um roubo, um jovem rapaz é castigado e fica sem jantar. Foi a sua sorte: toda sua família morre ao comer cogumelos venenosos. Diante disso, ele conclui que o crime compensa e passa sua vida na desonestidade. Ele passa por muitas aventuras até reencontrar um misterioso homem que havia salvado sua vida na I Grande Guerra.
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Na revisão, cresce ainda mais (quando já era excelente!): um trabalho que dialoga com o melhor de Renoir e Lubitsch, mas que possui especificidades autorais mui elogiáveis, que me levam a desentender o porquê de Sacha Guitry não ser tão reverenciado enquanto realizador, já que, a despeito de sua origem teatral, ele parece dominar a linguagem do cinema falado muito bem, inclusive em seus limites de alcance. Ótima a apresentação da equipe na abertura ("elas não estão conversando naturalmente, sabem que estão sendo filmadas") e maravilhoso avanço cômico de uma narrativa repleta de surpresas e cinismo do bem. Um trabalho ímpar na cinematografia francesa, não obstante podermos associá-lo ao Marcel Pagnol e ao Renoir-personagem de A REGRA DO JOGO (risos). Suprassumo da genialidade sardônica, uso mui afirmativo da auto-estima não agressiva. Harmonia máxima na consciência/percepção de que se é brilhante! (WPC>)
Espécie de "monólogo com som em um filme mudo", com 97% do filme narrado (e que aparentemente inspirou Jeunet em seu "Amelie Poulain"), tem algumas falas perspicazes e algumas interessantes soluções cênicas, mas por fim, cansa.
Não gostei dessa narração em off e consequentemente a quase que total falta de diálogo. O filme é bom, mas acho que poderia ter sido melhor.
- Qual é a sua profissão?
- Nada brilhante vale a pena mencionar nem mesmo nas minhas memórias!
- Conte-me sobre sua vida, Em pouco tempo!
- Aos 10 anos, fui salvo devido a um roubo. Mais tarde, quando tentei roubar, fui punido por isso.
Então, depois de roubar muito, eu me tornei honesto e foi completamente quebrado.
Então, sem nada para viver, fui trabalhar para Grimaud e logo fui demitido.
"Sim, meu amigo, estou escrevendo minhas memórias... e sabe o que estou dizendo?
Coisas muito agradáveis sobre os ricos!
O dinheiro só tem valor quando sai dos nossos bolsos não quando entra neles!
O que adianta guardar? Nada! Se não, eles são fictícios!
Se eu fosse o governo, Eu taxaria fortemente aqueles que não gastam suas rendas."