Um funcionário tenta cometer suicídio, quando o diretor de uma empresa anuncia uma demissão. Uma companhia de seguros usa este evento a sua vantagem de fazer uma campanha publicitária.
Sofre em termos de ritmo e em uma conjuntura um tanto estabanada mas o cinema de Yoshida visualmente é sempre delirante mesmo quando ainda o japonês passava longe de sua ruptura fotográfica radical.
Um filme extremamente atual, acho que merecia um remake para discutir redes sociais, instagram e essas bobagens todas. A força da mídia e do capitalismo como massa de manobra da população é mostrada com maestria por Yoshida. Achei que tudo funciona muito bem da maneira que foi mostrado, a trilha sonora com jazz, as cenas sexuais apáticas, o distanciamento da pessoa com a imagem que fazemos dela. Um filme forte para o momento atual em que vivemos, vale o detalhe da personagem forte feminina que trabalha para a companhia de seguros.
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pouco convincente; a tese central é ótima, crível, verossímil, mas faltou demonstrá-la com mais argumentos, força probatória e impacto; em vez disso, perdeu tempo precioso, por exemplo, com casais de zero suingue rodopiando no salão ao som do jazz (gostei da trilha sonora!) ou se amassando na cama sem qualquer apelo erótico; quero dizer, ao menos um pouco mais de sensualidade/naturalidade prenderia a atenção do espectador e o envolveria na trama; é isso, enfim, um filme de razoável pra bom, mais por mérito na escolha da ideia fundamental abordada do que pela construção do roteiro
O Sangue Secou do Yoshishige Yoshida é um dos filmes mais fascinantes de sua primeira fase como diretor. Muito criativa a ideia do Network do Sidney Lumet. Eis a nossa necessidade de criar porta-vozes vindos do público para nos dar voz.
Sofre em termos de ritmo e em uma conjuntura um tanto estabanada mas o cinema de Yoshida visualmente é sempre delirante mesmo quando ainda o japonês passava longe de sua ruptura fotográfica radical.
Um filme extremamente atual, acho que merecia um remake para discutir redes sociais, instagram e essas bobagens todas. A força da mídia e do capitalismo como massa de manobra da população é mostrada com maestria por Yoshida. Achei que tudo funciona muito bem da maneira que foi mostrado, a trilha sonora com jazz, as cenas sexuais apáticas, o distanciamento da pessoa com a imagem que fazemos dela. Um filme forte para o momento atual em que vivemos, vale o detalhe da personagem forte feminina que trabalha para a companhia de seguros.
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O Sangue Secou do Yoshishige Yoshida é um dos filmes mais fascinantes de sua primeira fase como diretor. Muito criativa a ideia do Network do Sidney Lumet. Eis a nossa necessidade de criar porta-vozes vindos do público para nos dar voz.