Uma mulher tenta o suicídio quando suspeita que seu marido está tendo um caso. Agora ela fica em uma cadeira de rodas, paralítica, e seu marido que certamente não a ama, está tendo um caso com a enfermeira em sigilo, mais a mesma começa a ser chantageada.
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24.04.1993
A beleza da saudosa Tanya Roberts é a única coisa interessante desse softcore entediante.
Nesse filme de 1h30 as melhores cenas de soft core é a partir de 8 min, 21 min, 39 min e 54 min.
O Santuário do Medo fez sucesso nas locadoras nos anos 90. A capa chamativa e a presença das belas Tanya Roberts e Margaux Hemingway em cenas de sexo e nudez atraiu a galera masculina. A atriz que interpreta a cadeirante (Valerie Wildman) também é bonita.
A Band reprisou o filme nesse fim de semana no seu Cine Privê. Apesar do título, trata-se de um filme de suspense e não há nenhum elemento sobrenatural como eu me lembrava. Há cenas eróticas, mas não dá para classificar "O Santuário do Medo" como um softcore. No máximo um thriller erótico.
As cenas eróticas são boas e todas as mulheres põem pelo menos um peitinho de fora. A história prende a atenção, mas a conclusão é meio sem sentido.
Cara, na boa. Por ser Cine Privé, anos 90, com época de histórias, drama e sensualidade e romântismo, eu eperava mais desse tal "Medo do Santuário" ou "Santuário do Medo".
Me amarrei na atriz da cadeira de rodas e seu papel.
Pra mim ela foi a melhor.
Pena o filme não poder explorar mais sua sensualidade pra dar climax na produção.
Pena tbm a situação de sua personagem:
Uma esposa linda que ama seu marido e só queria ser amada.
Mas percebendo o afastamento dele bem como a suspeita de traição, ela se desgasta emocionalmente a ponto de tentar um suicídio.
Mais dó ainda me deu dela qdo após já debilitada, queria apenas um momento de cia e compreensão da parte do marido.
Mas o msm já foi vazando cedo pro trb, mal dando atenção pra ela. Daí ela na cadeira de rodas clama dessa friesa, e o cara resolve se alterar com ela, gritando e a fazendo chorar.
Além do sonho dela caída na escada tendo que assistir a enfermeira transando com seu marido.
E qdo ela se reacendeu de esperança num momento em que o marido demonstrou amor e compreensão pra ela ficando do seu lado qdo ela sentia medo da enfermeira e queria o apoio e amor reconquistado dele?
Foi a única cena em que podemos vê-la sorrindo e se enchendo de felicidade.
Mas q mais à frente essa felicidade seria frustrada ao confirmar que seu marido iria na vdd tentar matá-la.
Não gostei das sombrancelhas da colega de trb dele, grossas demais. Não deu tanto tesão.
Mau teve sexo.
Pensei que o vizinho ao ser convidado a tomar chá, seria alguém a reacender a esposa mau amada.
Mas ela mau entra pra dar um telefonema, a enfermeira já dá uns pega com o vizinho ali mesmo.
Depois mais tarde, a enfermeira ainda dá uma de stripper pra ele, assim do nd. No quintal da esposa.
Achei bem ridídiculo.
Como disse, já estava com mta pena da esposa à essa altura.
Já me dava vontade de entrar no filme e fazer alguma coisa pra ela (hahaha).
Qto ao trama dos bandidos, ficou um pouco confuso, quem queria oq? Quem tava com quem? Pq o marido matou o vizinho? Quem jogou o funcionário pela janela? O marido e a enfermeira queriam ou não queriam ficar juntos nesse esquema? Pq a enfermeira atrapalhou ele de matar a esposa se não era isso que os dois planejavam pra ficar com a grana da apólice de seguro?
A paralisia da esposa realmente era mental?
E se a enfermeira era tbm uma pilantra, pq raios decidiu salvar a esposa?
E olha a hora que o filme resolve acabar?
Filme mau acabado. Cheio de dúvidas, descontententos e um pesar pela esposa e sua atriz.
A esposa de pijama na cadeira de rodas é linda e maravilhosa e me dava mais tesão que a enfermeira de cinta liga jogando a calcinha pro vizinho.
Espero que a atriz que interpretou a cadeirante, pode ter antes e depois desse filme outros papéis mais compensatórios pra sua carreira.
Tudo de bom pra ela haha.
Agora, parece que alguém comentou que teve um segundo filme dessa história? É vdd?