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Mike Windgren (Elvis Presley) é um trapezista que sofre um trama, pois durante uma apresentação não conseguiu segurar os braços do seu irmão, que morreu na queda. Assim vai trabalhar no Acapulco Hilton, na parte do dia como salva-vidas e à noite como cantor. Lá se apaixona pela diretora social assistente, Marguerita Dauphin (Ursula Andress).
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Reassistido em 14/08/2026 (via YouTube).
O cultuado Seresteiro de Acapulco é, na minha modesta opinião cinéfila, um dos filmes mais marcantes da carreira de Elvis Presley. Ladeado pela beldade Ursula Andress, o Rei do Rock entrega uma performance enérgica que mescla perfeitamente o romance clássico de Hollywood com a vibrante atmosfera latina. Vale destacar os ótimos números musicais; adoro rever a cena em que ele canta "El Toro" — uma apresentação maravilhosa e, sem dúvidas, um dos pontos mais altos dessa produção antológica.
O elenco de apoio e o carismático ator mirim que acompanha o astro na trama dão um show à parte, entregando atuações muito seguras e divertidas.
Trata-se de uma obra leve, solar e nostálgica, que marcou época e deixou saudades nos bons tempos da Sessão da Tarde.
O primeiro filme do Elvis Presley que eu assisti.
Assisti em 02/09/1978, sábado, no canal 12 (hoje RBS ou Globo), em Sessão das Duas.
Pura Nostalgia! "O Seresteiro de Acapulco" é uma deliciosa e contagiante sessão matinê, valorizada pelos bons números musicais de Elvis e envolvente roteiro, mesclado com humor, diversão, romance e aventura. Úrsula Andrews era muito bonita na época. Na lista de meus filmes favoritos, "O Seresteiro de Acapulco" é um dos memoráveis cult-movies, outrora reprisados na antológica Sessão da Tarde.
Matei minhas saudades dos tempos da Sessão da Tarde quando via este filme, muito visto na época inclusive. Roteiro inexiste e o enredo é tão ingênuo para os dias atuais que penso que se a geração de hoje assistir vai nos questionar como assistíamos tamanha baboseira (?!).
Embora, tudo isso, confesso que é agradável ver Elvis Presley cheio de vida e cantando nos divertidos números musicais. Vislumbrar a beleza jovial de Ursula Andrews (após ter atuado num 007). E ver as praias e beleza de Acapulco no México, tão quanto, assistir novamente a clássica cena de Elvis pulando de um rochedo no mar para demonstrar coragem e ganhar seu amor. É demasiado tolo, mas aprazível de ver. Ah! E o garotinho mexicano "Raul" rouba a cena toda vez que aparece. Nostalgia boa!