O Último Trem

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O Último Trem (2008)
The Midnight Meat Train Outros títulos
Média do filme: 2.9 de 5 — baseado em 3471 votos
MÉDIAFILMOW
2.9
3471 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Ryûhei Kitamura
Data de lançamento 16 Maio 2008 Outras datas
Duração 103 min (1h43)
Classificação indicativa de O Último Trem: 18 - Não recomendado para menores de 18 anos
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

16 Maio 2008

Duração

103 minutos Classificação indicativa de O Último Trem: 18 - Não recomendado para menores de 18 anos
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Sinopse

Adaptado de um conto escrito por Clive Barker, The Midnight Meat Train, O Último Trem é a assustadora história do fotógrafo Leon Kaufman (Bradley Cooper), que, depois de ganhar a atenção de uma renomada proprietária de galeria de arte, a provocante Susan Hoff (Brooke Shields), encara o desafio de realizar um ensaio fotográfico buscando registrar em sua lente o lado obscuro da humanidade. O espaço para esse trabalho é uma estação de trem. E é exatamente neste local inóspito onde Leon cruza o caminho do sanguinário Mahogany (Vinnie Jones), um assassino que ataca silenciosamente os passageiros do transporte. Empunhando um objeto que se parece com um martelo, só que maior e mais grotesco, o serial killer extermina suas vítimas da maneira mais horripilante possível. Ao invés de abandonar o projeto por conta do ameaçador assassino, Kaufman se vê fascinado pelas ações do maníaco e embarca nas instalações sombrias do metrô, passando por túneis até o abismo da maldade humana pura.

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Sacrifício | Trailer Legendado

Sacrifício

Comentários 4
amigos querem ver
enter_sandman
Un forastero...
1 mês atrás

Bom filme, tem lá seus defeitos(o CG às vezes incomoda), mas tirando isso esse "slasher sobre trilhos" é divertido a beça, capricham no gore e principalmente no final que foge do lugar comum!

lifeoverdose
Mark
½
7 meses atrás

Olha, esse filme é até uma "surpresa" para o tipo de filme que é, mas pertence a um grupo específico, que gosta de um "trash", com um certo gore estranho, e um certo humor carniceiro particular, dentro de um filme de orçamento limitado. Pra mim, é o tipo de "filme ruim", que "funciona"/"dá pra assistir", mas com ressalvas. Depende da pessoa.

Eu já fui assistir tendo em mente de ser um "trash", poderia esperar qualquer coisa dentro do rumo desse tipo de "gênero". Mas o maior problema de "The Midnight Meat Train", e o que "quebra" ele de ser mais "enxuto"/marcante (dentro de suas limitações), e o afasta de "trashs" melhores, é sua gritante dissonância, inconsistência e inconstâncias em sua trama/andamento, que se arrastam sem uma coesão boa de qualidade.

Na prática, são duas tramas, com dois personagens, que vão colidir em um certo momento. A forma como os dois são apresentados é boa. Mas com o passar do tempo vai cansando rápido, não se sustentando com deveria, e faltando competência (ou talvez tempo, ou orçamento) para botar a ideia de forma satisfatória pra frente com prometia. O que é um ponto ruim, e afeta bastante o filme.
Faltou esmero, falto cuidado. Porque o filme, por mais que tenha uma trama incomum, um gore esquisito, e uma violência gráfica, ela não é boa! Você entende os "baldes de sangue", mas ai usam um CGI medonho, no mau sentido, que não sei se foi proposital (apesar de divertido), mas acaba te gerando risadas, voluntárias ou não. Eu achei que o filme iria por esse "caminho", então beleza, mas ai ele se torna um suspense, que também acaba não se sustentando por ser mal conduzido/trabalhado, e como se não bastasse, tenta ensaiar um suspense psicológico (!), e vai pior ainda. Entende o que eu quero dizer?! Ele te instiga e te promete uma coisa, e não faz bem, ou vai pra outro lado, comete erros básicos dessas produções, atira para certos lados, e não faz bem o que deveria fazer. Ele por várias vezes é bobo, mas quer se levar a sério, faz um suspense, apresenta uma ideia, mas não a desenvolve, até a hora que cansa.

Nisso, o personagem de "Bradley Cooper" é o mais prejudicado, pois sua trama começa legal e coerente. Ele é um fotógrafo semi-frustrado, com baixa confiança, sem uma carreira, estagnado na vida. Quando leva um "toco", começa a questionar sua arte/trabalho, e tentar melhorar de uma forma um pouco "amoral" e arriscada. Isso é legal, e ponto pra ideia, mas o filme depois deixa isso "jogado" e investe mais na trama dele como uma quase novela, "namorado e namorada com problemas", não o que era prometido, e o que parecia que seria. Fica muito aquém.

Atriz "Leslie Bibb", faz sua namorada, e ela está até bem, mas a falta de desenvolvimento do roteiro acaba a prejudicando também. Porque ela fica muito de choradeira, e parecendo aquela namorada chata, com o namorado "pirado" afetando o relacionamento entre os dois. Cruzes!
Fora a ceninha de sexo gratuita e mequetrefe, que só serve pra "encher linguiça" (ou "esvaziar a linguiça", entenda como quiser...), que não servem em nada pra o desenvolvimento da trama. Poderia ter sido facilmente cortada em prol da narrativa, colocando algo que acrescentasse realmente a trama de forma coerentemente. Mas....

Veja, o filme é de baixo orçamento, tudo bem. O problema é que ele claramente gostaria de fazer mais, e mostra isso, mas não tem "cacife" pra isso! e não desenvolve bem os momento narrativos que promete. Assim, não quero ser chato, mas eu resenho por aquilo que vejo, que foi feito/entregue, não pelo o que poderia ter sido, e o que ele faz, não faz bem. É o caso clássico e muito comum de "querer ser mais do que é", "dar um passo maior que perna", "querer correr antes de andar".

A trama de "Cooper", claramente, levaria a uma parte psicológica interessante, que faria você questionar sua sanidade e seu papel real na trama, mas não é isso que o filme acaba fazendo direito, o que é uma pena. Eu, particularmente, não sou muito fã do ator "Bradley Cooper", talvez um "James Mcvoy", que já está mais acostumado com esses "papeis de pirado" caísse melhor, mas seria mais mérito do ator mesmo. Acho "Cooper" com "cara de paisagem"/bom moço demais, mas nem é culpa dele aqui, é mais da irregularidade do roteiro mesmo.

De novo! Se o roteiro/filme fosse "tosco assumido", "porra louca" de vez, isso seria menos importante, mas por boa parte do início (e em vários momentos), ele se leva a sério, com outro tom em sua trama e tudo, parecendo outro filme, indo mais para o suspense, na forma e na direção que ele toma. Então, quando ele "muda" e deixa essas coisa pela metade, dá pra sentir/perceber com muito mais facilidade, suas falhas ficam mais aparentes, parecendo um filme que não sabe o que quer ser direito.

Fora certos "furos" que acabam acontecendo. Como acharem um apartamento "do nada", e irem lá "porque sim", somente para gerar a próxima cena, previsível (preguiçosa) que não é benéfica no sentido narrativo. Você pode ter seu filme "amalucado", tirar especulações, mas há de haver, no mínimo, uma certa coerência com o que se quer contar, porquices (atropeladas/corridas) ficam difíceis de se relevar.

Além de se estender demais naquele velho clichê de "achar um assassino", se for bem feito, ótimo! funciona, mas se for mal feito, gera o efeito negativo, e um erro dos mais básicos, que é, a porra do público já sabe quem é o assassino! Pra que tu vai ficar um tempão nisso sem colocar nenhum "tempero" ou acrescentar nada de novo?! Não ficou legal, não ficou bem feito, se tornando apenas arrastado e cansativo.

Começo a me questionar da habilidade do diretor "Ryûhei Kitamura", em seu sétimo/sexto longa (sei lá), cometendo erros básicos narrativos e clichês de gênero batidos (até para 2008!). Faz um "feijão com arroz" bem básico, mas sei lá, não me parece talentoso ou diferenciado. Faltou um "Takashi Miike" aqui, ou "Sam Raimi do velho testamento", sei lá. Uns diretores malucos, que mechem com esse tipo de produção, mas que sabem a hora de contornar certas adversidades de roteiro de forma mais interessante, ou ousar em prol da insanidade da trama na hora que deveria, não sei, é um exemplo. Mas faltou um "tempero" autoral bacana nesse filme! Que tem uma ótima ideia, mas a deixa pelo caminho. Poderia ter tido mais efeitos práticos, o que o beneficiariam positivamente, porém, é o que é. Enfim.

Agora, um PONTO POSITIVO e uma excelente escalação, é do "ator""Vinnie Jones". Quem gosta dele e do seu jeitão carrancudo, intimidador, saiba que ele está ótimo! Carrega o filme, e é o maior entretenimento do mesmo!. Acredito até que o filme retrata a vida noturna real do "ator", e não uma obra de ficção! Sempre imaginei ele assim mesmo! Só faltou o "Gary Busey" e o "Christopher Walken" pra fechar o "bonde da loucura" com ele. "Vinnie" convence e assusta, e não precisa de mascaras para intimidar, sendo mérito pessoal dele, o que é bom. Infelizmente, cai nessa discrepância entre "mocinho e vilão" mal feita, mas funciona. Até a forma como "Bradley" começa a suspeitar dele faz sentido, é esperto, lamentavelmente não foi bem tratado como deveria.
Se fosse mais antigo, talvez "Mahogany" virasse um desses "vilões B" da cultura pop, como o "Matt Cordell", "Maniac Cop" (1988), ou "Tall Man" ("Homem Alto"), da série de filmes "Phantasm" (1979). Seria um "querido das locadoras"?! Talvez.

Você vê que "O Último Trem" tem uma excelente ideia, com um final que gostei bastante, muito legal, e começa muito bem, divertido e instigante, o problema mesmo é mais no seu "miolo", que deixou a desejar, o que uma pena...

Poderia ter sido um filme que, se tivesse um pouco mais de cuidado, dentro de seu contexto, poderia ter havido facilmente uma continuação. Mesmo que talvez não fosse lá um sucesso comercial, o "boca a boca" o tornaria uma obra cult digna de qualidade. Do jeito que ficou, é só MAIS UM filme estranho, com um trama boa, porém perdida em meio a um mar de outros filmes com as mesmas inconstâncias, dissonâncias e inconsistências de sempre. Algo para ver, talvez guarda no cantinho da memória, ou talvez esquecer completamente.

O que lhe deixa mais incomum mesmo, é lembrar do "Vinnie Jones matando no trem como seu martelinho de carne", tirando verrugas (?), mas pouco dá pra lembrar do resto. Lamenta-se!

Gostei da ideia, gostei do início, gostei do "Vinnie Jones", gostei da ambientação, gostei do trem, gostei do final, me diverti em algumas partes, mas não do andamento, como já disse. Pra mim ficou um entretenimento irregular, "1 estrela e meia". Tá ótimo. Não é péssimo, mas não chega a ser "bom". Se fosse falar com alguém, falaria exatamente isso. Fica aqui o lembrete para mim mesmo, e talvez sirva pra ti, se for ver, boa sessão! O sangue espirra! hehe

Visto dia: 16-02-2025

[A vida privada de "Vinnie Jones" no trem da madrugada] :p

sertaocosmico
jefferson honorato
11 meses atrás

“Por favor: afastem-se da carne”

🔪 Para quem já sentiu a experiência de ler Clive Barker, sabe que seus enredos cavam os extremos. A loucura humana e seus exageros: Masoquismos e Fetichismos. Leitura aguda que passa longe de agradar grande público. Quando imaginamos alguém tentar adaptar tais ideias para as telas, os negócios ficam ainda mais complexos. Digo isso porque, ou você estrompa e navega de vez nas ondas dessa doideira, ou deixa pra lá e vamos tentar outra coisa.

🔪 O Último Trem tenta captar a essência e principalmente essa brutalidade que encontramos em seu brutal livro de contos: Os Livros de Sangue. Confesso que me surpreendi com a direção do amigo Ryuhei Kitamura, o mesmo conseguiu captar a energia sangrenta e insana das páginas dos tais livros de sangue. Matadouro humano, Canibais, pois o ritual precisa continuar.

🔪 Há algumas escolhas no terceiro ato do filme que me fizeram baixar a nota dessa experiência. Mas isso não tira a ousadia e alegria de ver alguém tentando algo diferente em tela. Por debaixo dos panos, podemos classificar “O Último Trem” como um filme de Serial Killer, com costuras bem originais diga-se de passagem. A estética das armas, todas afiadas e pesadas, um design que merece respeito.

🔪 É incrível como o ser humano é aficionado por violência. Clive Barker nos alerta para tais fetiches, e aqui não é diferente. Tentar captar a verdade a partir da fotografia é interessante. Traga-me a verdade, pois eu sinto que você consegue mais. Porém, as barreiras para o estado de loucura é muito tênue, e o ser humano pode a ganhar traços de fanáticos, e a partir daqui, o lance é só ladeira abaixo.

🔪 Violento, sangrento e com uma atmosfera vibrante, O Último Trem chega como um açougue, para levar o restante da carne social que nos resta. O fim do expediente, naquele momento onde a alma grita para sair do corpo, reflexões existenciais sobre qual o sentido da vida. Mas cuidado, pois algum açougueiro pode te ver distraído, e acaba te acertando e descartando você para criaturas do além túmulo que parecem estarem sempre com fome: Bem Vindos ao Capitalismo, e o seu pessimismo cósmico.

tobias11
Tobias
½
1 ano atrás

Que filmaço! A premissa além de ser extremamente interessante, a direção do Ryuhei Kitamura é magnifica, o sentimento de aflição e suspense está presente do começo ao fim. Claro que não é uma obra-prima, pois tem que ter uma suspensão de descrença absurda para comprar certas situações que o filme apresenta, e da metade pro final achei bem previsível, se o expectador estiver atento consegue descobrir o plot twist com facilidade, mas de forma geral me surpreendeu.

O Último Trem gradualmente abraça elementos de slasher, acena para o terror sobrenatural, e se transforma em um filme sombrio e extremamente violento. Na verdade, o gore rola solto desde a cena de abertura. Mas quando o filme pega embalo, o nível aumenta.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Contos literários que abordam tramas de suspense e terror são marcados pela liberdade dos autores, que muitas vezes não seguem uma lógica narrativa encontrada em livros. Desta forma, é bastante comum para o leitor encontrar pequenas histórias que não são formadas por estruturas consideradas comuns, como linha de tempo estilo começo-meio-fim, ou quando o bem nem sempre vence o mal. Uma das grandes possibilidades de criar uma trama em apenas 10 páginas é que até as tradicionais explicações são deixadas de lado e isso, dependendo do trabalho, pode gerar ótimos resultados.

Lançado no mercado de DVD brasileiro, O Último Trem (The Midnigh Meat Tream, 2008) é mais uma produção adaptada de um conto de terror. E a boa notícia é que o resultado em película foi bastante satisfatório e deve agradar aos fãs do gênero, que vão assistir a um trabalho repleto de cenas tensas, muito suspense e horror gráfico da melhor qualidade.

O filme é baseado no conto assinado por Clive Barker. A trama acompanha o jovem fotógrafo Leon, que passa a fazer fotos que retratem o cotidiano das cidades grandes. Ao mesmo tempo, uma série de assassinatos e desaparecimentos estão acontecendo nos metrôs que seguem na madrugada. É durante uma noite de insônia que Leon decide sair para fotografar e, neste passeio noturno, acaba descendo até uma estação próxima. A partir deste momento, ele vai travar uma investigação solitária para descobrir o que está acontecendo.

O Último Trem é uma produção que tem na linguagem fílmica o seu grande trunfo. Diferente de tramas contemporâneas, que acabam apresentando enredos parecidos e nada mais são do que refilmagens das mesmas ideias, aqui temos uma narração que foge do trivial e que vai além de um simples mistério. A concepção da ação consegue trabalhar paralelamente com várias questões enquanto o personagem Leon segue dentro de um universo cada vez mais aterrador.

Grande parte deste mérito acontece pelo fato de sabermos mais do que o personagem, o que nos coloca em uma posição de observadores. No entanto, não recebemos qualquer informação que resolva o mistério antes do momento exato. É aquela velha, porém, muito eficiente sensação de entender tudo nos cinco minutos finais, mesmo que algumas perguntas permaneçam sem respostas.

Alguns fãs consideram que o bom filme de terror é aquele capaz de provocar sensações em quem os assiste. Mesmo que alguns pedaços fiquem faltando na hora da conclusão, o importante é passar por este turbilhão de emoções, que sempre são bem vindas. Basta se lembrar do final de A Bruxa de Blair (The Blair Witch Project, 1999).

No caso de O Último Trem, a conclusão é um dos melhores pontos da trama e serve de lembrete de que filmes de terror devem ir além de explicações triviais. Por que todo assassino precisa ter tido algum trauma de infância? Por que toda casa assombrada precisa ter o mistério claramente explicado? Por que a polícia sempre descobre o mistério e salva o mocinho? O personagem Leon com certeza se fez estas perguntas durante o filme.

Uma das questões mais discutidas de O Último Trem é referente ao estilo utilizado pelo diretor Ryûhei Kitamura para mostrar as melhores cenas do filme. Em um gênero onde tudo é tão copiado, encontrar soluções novas, ou ao menos pouco utilizadas, já é digno de ponto positivo. Aqui vale o destaque para algumas das mortes, em especial a de uma mulher que tem a cabeça degolada. A cena é belissimamente exagerada e chama a atenção justamente por isso. Apesar de alguns excessos nos efeitos visuais, vale à pena conferir o trabalho como um todo.

Este mérito estético pode ser associado ao próprio Clive Barker, que também é um dos produtores do filme. Desde o lançamento do clássico Hellraiser – Renascido do Inferno (Hellraiser, 1987), ele é considerado, por críticos e fãs, como um dos grandes nomes do gênero e parte deste sucesso se deu pela concepção estética da trama da década de 1980, que mistura fortes cenas de gore com os primeiros monstros elegantes criados no gênero, os cenobitas.

E falando em estética, a concepção do metrô como cenário principal da trama é outro ponto interessante do filme. Utilizar esse elemento para criar cenas angustiantes é até fácil, já que a imagem de vagões vazios e estações quase desertas já são suficientes para fazerem muita gente desistir do transporte e pegar um taxi.

É importante destacar que nenhuma boa trama consegue gera um filme de qualidade com um elenco fraco ou personagens mal concebidos e O Último Trem não faz parte desta categoria. Bradley Cooper, do seriado Alias, está muito bem como o mocinho Leon, assim como Leslie Bibb, que faz a namorada do nosso herói. Uma surpresa é a participação de Brooke Shields. Diretamente da Lagoa Azul, ela interpreta aqui uma artista plástica, mas infelizmente a sua participação é bastante limitada. Destaque para Vinnie Jones, de X-Men – O Confronto Final, como a pessoa misteriosa que anda no metrô de madrugada.

A meia hora final é marcada por uma batalha memorável, tão sangrenta que ocasionalmente chega a ser cômica. A reviravolta que vem depois, ao contrário, é sombria e perturbadora. Kitamura e seu roteirista respondem à maioria das perguntas, mas espertamente deixam algumas lacunas para que o espectador preencha. Pensar no que ficou implícito deixa a obra ainda mais assustadora.

Apesar de todos esses pontos positivos, O Último Trem não recebeu a devida atenção da produtora LionsGate para um lançamento internacional decente, o que fez com que o filme passasse desapercebido em alguns mercados importantes. Aqui no Brasil, a produção foi lançada direto em DVD e sem muita divulgação. O próprio Clive Barker manifestou a sua insatisfação com relação a este assunto com uma carta lida durante a East Coast Fangoria Weekend of Horrors, em 2008.

viviane_g10
Viviane Alves
1 ano atrás

Que gore insano! fiquei surpresa, e olha q eu vejo muito filme violento.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

a parte da luta com os corpos pendurados no vagão do trem é absurda, principalmente na parte q o amigo do protagonista morre, pqp, que morte horrorosa e cruel! eu não esperava isso em um filme norte americano, a única parte q me incomodou demais foi quando a burra da namorada do protagonista decide buscar o amigo deles com uma uma arma, mas a imbecil não sabe atirar! kkkkkkkk foi patético, sem falar q o protagonista surge do nada pra salvar ela exatamente na hora q ela ia ser morta, detesto essas conveniências de roteiro, mas no final consertaram esse fato, não amei o filme, mas admito q foi uma grata surpresa.

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Listas com o filme

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Elenco de O Último Trem

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Bradley Cooper 189 7,7K

Bradley Cooper

(Lenon)
Leslie Bibb 9 92

Leslie Bibb

(Maya)
Quinton 'Rampage' Jackson 1 20

Quinton 'Rampage' Jackson

(Anjo da Guarda)
Vinnie Jones 16 308

Vinnie Jones

(Mahogany)
Allen Maldonado 0 3

Allen Maldonado

(Líder de gangue)
Barbara Eve Harris 1 7

Barbara Eve Harris

(Detetive Lynn Hadley)

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