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Data de lançamento
15 Out. 2006Duração
Clifford Irving (Richard Gere) é um ambicioso escritor que tenta se firmar no mercado. Há muito tempo ele procura sem sucesso uma grande história para contar, até que decide criar uma sobre alguém real. Clifford procura uma grande editora e diz que foi procurado por Howard Hughes, o excêntrico milionário que todos querem conhecer, para que escreva sua autobiografia. Só que há um problema: ele jamais esteve perto de conhecer Hughes e tudo o que escreveu é uma mentira. Clifford conta com a propalada reclusão de Hughes, que não é visto ou fala em público há mais de uma década, e seu pouco contato com a realidade para manter a farsa. A editora aceita a proposta e publica seu livro, que logo se torna um best-seller. Entretanto para manter as mentiras escritas Clifford precisa inventar outras e, para manter esta situação, precisa contar com a ajuda de seu amigo Dick Susskind (Alfred Molina) e a esposa dele, a artista Edith Irving (Marcia Gay Harden).
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O que mais me cativou foi a ótima atuação do Richard Gere numa caracterização e estilo de personagem totalmente diferente dos sedutores que costuma fazer.
Eu não gostei do enredo porque achei confuso, insosso, e parecido com tantos outros sobre vigaristas ou golpistas, mas este dito baseado em fatos reais.
e a outrora criatividade como digamos " sinonimo " de farsa trambiqueira literaria", no que outrora sabemos senhoras e senhores, de que sim em todos os seguimentos profissionais supracitados propiamente ditos, existem os profissionais de fato e de direito, num conluio divergente aos que apesar de ao menos no aspecto numerico oriundo as entidades de classe tambem idem em tese os pouco sucedidos tambem o são, desde que claro permeiem suas batalhas em prol do alto reconhecimento pelas vias comuns licitas, ao inves dos caminhos inidoneos curtos, "atalhos espurios", ou mesmo conforme observarão na tentativa abjeta do " escritor falsario " richard gere em ser o que por DEMERITOS INCONTESTES nunca o foi no passado, ate o momento não o traduzia se no presente, agora quanto se seria ou nao no futuro, caberá a voces aferirem a excessão ou regra do destino tanto do aqui " vigarista do ano", + precisamente do exercicio social de 2006, inutil denotaria se ou nao o esforço deste por sustentar eventuais mentiras, ja que creiam que pelas estatisticas urbanas mundiais, todas indistintas tendem a ter de "vidas curtas", passando por idem TAMBEM "pernas curtas", se e´que porventura ou não me entendem, resumindo a quem interessar ou nao possa, NADA aqui será do " ano " a começar por este MEDIANO longa metragem, no entanto assim como DANEM SE opiniões divergentes bem ? ASSISTIVEL a priori ainda assim a contento, e fim de papo. " Vigaristicamente " TRES ESTRELAS.
Apesar de começar e terminar numa lentidão sem fim,o filme apresenta momentos interessantes entre a quantidade enorme de bons personagens.
Não só de trambique vive o filme,apresenta pequenos momentos de comédia e romance sem muito exagero.
Richard Gere em um personagem pouco explorado na carreira,o resultado é um dos melhores possíveis.
>Maratona Richard Gere - Assistido em 12 de Março de 2021
-Dou nota 6/10
Desinteressante
É tão difícil de acreditar que essa história tenha acontecido que só poderia ter virado filme mesmo. No começo da década de setenta, um escritor faz de tudo para ser reconhecido, e aqui tem uma ideia maluca. Sabendo que o milionário Howard Hughes era avesso a aparições e estava há quinze anos sem aparecer, o “vigarista” escritor convence sua editora de que tem um contato sigiloso com o milionário, que o contratou exclusivamente para escrever sua biografia. Pelo lado “farsesco” o filme é bem sucedido, pois as armações do vigarista são convincentes, mas por outro lado, o desenrolar da história cheio de explicações e reviravoltas confundem além da conta, tornando o resultado irregular.