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Marshall é o chefe do Departamento de Imigração do aeroporto JFK, em Nova York. Comemorando seu último dia de trabalho, Marshall resolve se divertir complicando a entrada no país de vários latino-americanos. Entre eles está Nonato, um brasileiro radicado nos EUA, dois poetas argentinos, uma bailarina cubana e um grupo de lutadores hondurenhos. Dois anos depois, Marshall vem ao Brasil procurar uma menina de nome Luiza. Quando ele conhece Bia, uma jornada em busca de redenção se inicia.
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A história faz uma forte crítica aos departamentos de imigração dos EUA que tratam imigrantes de forma desumana e arbitrária. Não são poucas as cenas que provocam a nossa revolta e a nossa indignação. O filme se passa em três momentos cronológicos alternados de forma eficiente. Só falha na caracterização de alguns personagens e situações que parecem um tanto estereotipados.
“Tem coisas piores que a morte, viver demais.” Um filme maravilhoso, e pouco retratado, como a humilhação que os latinos, árabes, afrodescendente passam na imigração americana (Graças a Deus não tive essa infelicidade), um filme multilinguagem, adorável, realista, sincero, dramático e trágico...
Irandhir Santos, Cristina Lago e David Rasche muito bem e excelente trabalho de direção José Joffily… Um tema tão em voga principalmente após as mudanças na legislação feita por Trump agora em 2025.
A consciência pesada tentando se redimir.
Bom filme.
Gringo é tudo uns FDP mesmo. E ainda tem Brasileiros que mamam ovo e usam eles de exemplo, foda...
Não deixa de ser um reflexo residual, de autoconsciência contida, da construção da América!