Olivia

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Olivia (1951)
Olivia
Média do filme: 3.4 de 5 — baseado em 64 votos
MÉDIAFILMOW
3.4
64 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Jacqueline Audry
País de origem França 🇫🇷

Dirigido por

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Sinopse

O filme "Olivia" capta as paixões de uma adolescente inglesa que foi enviada por um ano para uma pequena escola fora de Paris. A inocente mas atenta Olivia desenvolve uma paixão por sua diretora, Mademoiselle Julie, e através dessa tela de amor, observa o tenso romance entre Mademoiselle Julie e a outra diretora da escola, Mademoiselle Cara, nos seus últimos meses.
Embora não seja estritamente autobiográfica, "Olivia" baseia-se em experiências da autora em escolas dirigidas pela carismática Mademoiselle Marie Souvestre, cuja influência viveu através de ex-alunas como Natalie Barney e Eleanor Roosevelt.
Colette Audry escreveu o roteiro para a adaptação cinematográfica de 1951 do romance.

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Comentários 1
amigos querem ver
babipippa
Bárbara Pippa
2 anos atrás

Quando os beijos, abraços e olhares são discretos se torna mais concreto do que a conclusão. Bela obra (

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

apesar de todos os problemas como idade, manipulação, passivo agressividade... kkkkk)

cinemacasalivre
Cinema Casa Livre
5 anos atrás

Filme assistido na semana 2 do Mês do Cinema LGBT+.
Média do grupo: 4,0

aline__cristina
Aline
½
5 anos atrás

Jacqueline Audry narra de forma segura e corajosa, para a conservadora década de 1950, o amor entre mulheres. Esse é um ponto muito importante, visto que ainda nos dias atuais encontramos resistência e pudor a essa forma de amar. Mas, para além, disso acredito que o filme denuncia uma prática ou hábito comum da época marcada ainda por escolas para meninos e meninas separadas:

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

o aliciamento de crianças neste internato

. Porque, talvez, por viver uma época onde prevalece o respeito as todas as formas de amor. O que mais me espantou neste filme foram os tratamentos das professoras para com as alunas. Confesso que foi bem chocante para mim, porque, no primeiro momento, pensei que fosse algo natural das professoras Mademoiselle Julie (Edwige Feuillère) e Mademoiselle Cara(Simone Simon (I)), mas no decorrer da trama, elas passam a "disputar" entre elas, a atenção e até o amor das alunas.

O desfecho achei surpreendente, porque deu margem para várias interpretações sobre o que de fato aconteceu com a Mademoiselle Cara, porque deixou várias possibilidades. Inclusive, sobre as outras funcionárias da escola, que poderiam ter aproveitado daquele problema, para sair ganhando na situação.

No que tange, a Olívia(Marie-Claire Olivia), fiquei com pena dela em vários momentos, porque diante de um amor, não correspondido, mas muito bem alimentado, pela Mademoiselle Julie não sabia o que fazer, o que esperar e como reagir diante dos sentimentos que sentia. É bom, lembrar que ela era uma adolescente pacata que, estava experienciando a vida, a liberdade, desfrutando do conhecimento e construído as suas emoções, reações, sentimentos e ao invés de obter apoio daqueles que estavam ali para orientá-la, teve o agravamento disso tudo. Por isso, achei irresponsável essas atitudes ocorrem dentro de uma instituição escolar.

lucasvilasboas752
Lucas Vilas-Boas
½
5 anos atrás

Puro luxo, com uma produção que traz cenários e figurinos deslumbrantes, uma fotografia lindíssima e uma direção maravilhosa de Jacqueline Audry. É muito interessante pela temática que traz na década de 50, um romance centrado somente na relação entre mulheres e garotas, e é muito bem-sucedido na forma como constrói toda a tensão sexual e toda a intensidade de sentimentos sem ser nunca apelativo ou mostrar qualquer intimidade física entre as personagens. Edwige Feuillère é a alma do filme, e suas cenas nas sessões de leitura são deslumbrantes e charmosas, de forma que a força e a beleza de sua voz e sua entonação dão todo um ar de sedução que justifica tudo que ela representa. Marie-Claire Olivia não está tão bem, mas convence nos momentos mais apaixonados. E o terceiro ato reserva uma boa surpresa, que garante diálogos tensos muito bem filmados. História simples, produção formidável e atuações oscilantes, mas em boa parte muito bem dosadas, como as de Yvonne de Bray e Simone Simon. Um belíssimo filme de época francês e provavelmente um dos primeiros exemplares do cinema LGBTQ+.

claudia_bf2
claudia_bf2
½
7 anos atrás

Esteticamente bonito, com figurinos e cenários convincentes, um roteiro bem corajoso e surpreendente para a época e boas atuações do elenco. Julie (Edwige Feuillère), linda e declamando os poemas em francês com aquela bela entonação na voz, realmente é encantadora, por isso também era tão fácil

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

seduzir as meninas, mas realmente ela dá a entender que começou a sentir algo mais profundo pela Olívia e quando a Cara percebeu, acabou se vingando.

A narrativa corre como uma passagem na vida da Olívia, sem nos dar a entender o que aconteceu depois. O filme vale mais pela premissa corajosa, as atuações e a produção, mas cabe bem a conferida.

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½
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2
3
4
5

Listas com o filme

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Elenco de Olivia

Mostrar mais (12)
Edwige Feuillère 1 2

Edwige Feuillère

(Srta. Julie)
Marie-Claire Olivia 0 0

Marie-Claire Olivia

(Olivia Dealey)
Simone Simon (I) 2 13

Simone Simon (I)

(Srta. Cara)
Yvonne de Bray 0 0

Yvonne de Bray

(Victoire)
Christine Carère 0 1

Christine Carère

Hélène Rémy 0 0

Hélène Rémy

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