Em pleno regime Talibã no Afeganistão uma menina é obrigada a cortar o cabelo e se vestir como se fosse um menino para ajudar sua família, que é composta apenas de mulheres. A farsa é descoberta na escola, quando percebem que ela está sangrando por entre as pernas.
08.05.2007
18.11.24
Apesar de estar intimamente ligado ao regime talibã, o título nada tem a ver com o terrorista Bin Laden. Filmado no Afeganistão e produzido por este país mais Japão, Irlanda, Irã e Países Baixos conjuntamente, este doloroso drama serve tanto como denúncia crua ou semidocumentário de um pensamento retrógrado e ortodoxo que mutila, literalmente, as mulheres. Principalmente Osama (estupenda atuação de Marina Golbahari), que necessitou fingir ser homem para que sua família não morresse de fome em terras afegãs. Ou o uso da fé como forma de coibir a liberdade e anular os direitos da população feminina. Um filme que não possui um roteiro engenhoso nem uma condução agradável, até porque o objetivo é incomodar o espectador. E consegue com sobras.
Apesar de expor uma história horrível, em nenhum momento o filme consegue passar verdade. As provações que a menina passa chegam a ser ridículas nesse contexto. Que os talibãs são FDP é inegável, mas será que são tão bobinhos como esse filme mostra? Nota 6,0.
Tudo é muito realista e segue até seu final dessa forma.O roteiro oferece o ser humano da pior forma possível.A guerra fica até em segundo plano quando o sofrimentos dos personagens entram em cena.
>Assistido em 21 de Março de 2022
-Dou nota 8/10