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Data de lançamento
23 Fev. 2018Duração
Já faz dez anos desde a Batalha na Fenda e os oceanos continuam estáveis mas inquietos. Vindicado pela vitória na batalha, o programa Jaeger evoluiu para se tornar a força de defesa mais poderosa da história da humanidade. O PPDC agora seleciona os melhores e mais promissores para se tornar a nova geração de heróis.
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⚠️ Aviso de Spoilers: Se você ainda não assistiu a esse filme, corra daqui.
"Círculo de Fogo: A Revolta" é um filme sem alma, sem peso e sem vergonha. O que poderia ser uma franquia única no cinema foi transformado num episódio genérico dos "Power Rangers" das 10h da manhã da Globo.
A física do primeiro filme sumiu: os mechas de toneladas agora parecem feitos de isopor e papel alumínio, dando piruetas de menino de farol, saltando prédios em pleno dia e correndo como se fossem bonecos de PS3. Sem a chuva e sem o tom sombrio de Guillermo, as batalhas ensolaradas só expõem o CGI plastificado que parece comercial de brinquedo da Glasslite dos anos 90.
No filme anterior, Guillermo entregou uma verdadeira obra-prima do cinema de robôs e monstros. A obra dele tinha peso, gravidade e alma: quando um Jaeger andava, a terra tremia, quando dava um soco, você sentia o rangido da lata amassando e o impacto da água do oceano. Era um espetáculo escuro, chuvoso e com uma iluminação neon impecável de funilaria pesada.
Essa sequência trata o legado do original com um desrespeito inacreditável. A Mako Mori (Rinko Kikuchi) — a verdadeira alma do primeiro filme — é descartada num acidente de helicóptero medíocre só pra dar motivação pro filho do Pentecost (John Boyega no piloto automático). Raleigh Becket (Charlie Hunnam), esse coitado evaporou da história como nunca houvesse existido. Tudo pra dar lugar a rebelde e inteligente Spaeny (Amara) que vive a cuidadora mirim de robôs; tipo personagem que empesteia os hoje o cinema de ficção. Para completar o circo, colocam uma academia de adolescentes Nutella pilotando robôs de bilhões de dólares com a força de um iPhone e transformam o cientista maluco num vilão de desenho animado ridículo.
"Círculo de Fogo: A Revolta" é a prova cabal de como Hollywood consegue esmagar uma ideia genial sem o menor pudor. Ao trocar a física brutal e a escala monumental do Del Toro por uma trama boba de adolescentes, um vilão idiota, em cenas de luta de boneco de plástico e firula em CGI, o filme destruiu a franquia. Ver no cinema foi vergonhoso. A diferença dos dois filmes é tamanho de um Kaiju categoria 5, pra um boneco de MacLanche feliz.
A Revolta que fica é na gente.
Pra mim foi tão bom quanto o primeiro, lamento quem não gostou, pra mim ainda continua lembrando o Lendário Metal Warriors, espero mesmo q tenha um 3º em q eles vão atras dos percursores. Mark-3: Gipsy Danger, Matador Fury, Shaolin Rogue, Vulcan Spectre e Chrome Brutus.Mark-4: Crimson Typhoon, Corinthian Hydra, Nova Hyperion e Echo Saber.Mark-5: Striker Eureka. que tragam eles de volta.
Todos os comentários negativos são coerentes, o filme é péssimo. Se você tem algum apreço pelo primeiro filme, este não vale nem pela ação. Além do roteiro e atuações pavorosas serem um escárnio.
Para mim as cenas de ação valeu.
Esse passa a lição de que quando os monstros evoluem para destruir o mundo, a verdadeira força da humanidade não nasce do aço dos robôs — mas da mente e do coração de quem luta unido.🤖🧠❤️🔥👾
O primeiro filme já não é grandes coisas, aí me fazem essa continuação com personagens mais descartáveis e história mais chata, não tinha como ficar bom mesmo.