Nossa! Eu, como católico e devoto do Santo Padre Pio, e achando ingenuamente se tratar de um grande filme por contar com Shia LaBeouf, tenho dificuldades de expressar o quanto este "filme" é um imenso amontoado de excremento. Se forem católicos, não percam seu tempo. Para os cinéfilos não crentes, só saibam que o filme é arrastado, obscuro, confuso, a fotografia é sombria, o protagonista praticamente é um figurante. Tive uma sensação horrível durante o filme todo, tem algo de opressivo e subversivo ao longo do tempo. Achei satânico! Padre Pio lutava contra o demônio, mas no filme parece que é ele, o Encardido, que triunfa. Nota 0!
Ferrara não concatena no enredo o peso da figura religiosa de Padre Pio/São Pio de Pietrelcina, e isso não é um mal do filme em si mesmo, mas uma expectativa de quem espera uma cinebiografia ou os fiéis católicos acostumados àqueles filmes da TV Aparecida. Nem, historicamente ele dá peso ao sacerdote e santo católico , cuja ênfase do título é uma armadilha ou um gracejo. Mas, qual o propósito do autor?
Aparentemente, é tentar reconstituir um intervalo histórico pequeno, após a Primeira Guerra Mundial, numa aldeia italiana, um contexto de ascensão fascista apoiado pela igreja católica, paralelo à organização de um partido socialista. Como coadjuvante, o sentido verdadeiro da religiosidade cristã e também São Pio de Pietrelcina, recebendo os estigmas, enquanto o mal reina incólume.
''Durante uma manifestação na Piazza Venezia, em Roma, algumas mães ofereceram os seus filhos pequenos ao Duce. Amargurado, o Padre Pio comentou: «Trata-se de um pecado grave. Os filhos oferecem-se a Deus, não a um homem. Já verão para onde ele os conduzirá. E Mussolini pagará caro (p. 319).» [...] Uma outra história do repertório do padre Pio, sobretudo nos primeiros anos do pós-guerra, tinha a ver com Benito Mussolini.[...]
"Ando à procura de Mussolini", disse o homem. "Já estive no inferno e no purgatório, mas os porteiros disseram-me que ele não estava lá, e sugeriram-me que o procurasse aqui." "Vejamos nos registos", disse São Pedro. "Então, que Mussolini procuras?" "Benito, o Duce do Fascismo." "Ah, aquele que vivia em Roma", comentou São Pedro, fechando o registo e esboçando um sorriso. Não, não está cá, ainda não chegou cá acima. Ficou no coração dos italianos. (p. 390) » (Allegri, Renzo. Padre Pio - Um Santo Entre Nós. 6ª ed. Lisboa: Paulinas. 2012)
O encardido tentou enganar, mas quem é devoto do Padre Pio sabe que esse lixo de filme é uma verdadeira perda de tempo e não tem nada a ver com nosso querido santo
Nossa!
Eu, como católico e devoto do Santo Padre Pio, e achando ingenuamente se tratar de um grande filme por contar com Shia LaBeouf, tenho dificuldades de expressar o quanto este "filme" é um imenso amontoado de excremento. Se forem católicos, não percam seu tempo. Para os cinéfilos não crentes, só saibam que o filme é arrastado, obscuro, confuso, a fotografia é sombria, o protagonista praticamente é um figurante. Tive uma sensação horrível durante o filme todo, tem algo de opressivo e subversivo ao longo do tempo. Achei satânico! Padre Pio lutava contra o demônio, mas no filme parece que é ele, o Encardido, que triunfa. Nota 0!
Ferrara não concatena no enredo o peso da figura religiosa de Padre Pio/São Pio de Pietrelcina, e isso não é um mal do filme em si mesmo, mas uma expectativa de quem espera uma cinebiografia ou os fiéis católicos acostumados àqueles filmes da TV Aparecida. Nem, historicamente ele dá peso ao sacerdote e santo católico , cuja ênfase do título é uma armadilha ou um gracejo. Mas, qual o propósito do autor?
Aparentemente, é tentar reconstituir um intervalo histórico pequeno, após a Primeira Guerra Mundial, numa aldeia italiana, um contexto de ascensão fascista apoiado pela igreja católica, paralelo à organização de um partido socialista. Como coadjuvante, o sentido verdadeiro da religiosidade cristã e também São Pio de Pietrelcina, recebendo os estigmas, enquanto o mal reina incólume.
''Durante uma manifestação na Piazza Venezia, em Roma,
algumas mães ofereceram os seus filhos pequenos ao Duce.
Amargurado, o Padre Pio comentou: «Trata-se de um pecado grave. Os filhos oferecem-se a Deus, não a um homem. Já
verão para onde ele os conduzirá. E Mussolini pagará caro (p. 319).»
[...]
Uma outra história do repertório do padre Pio, sobretudo
nos primeiros anos do pós-guerra, tinha a ver com Benito
Mussolini.[...]
"Ando à procura de Mussolini", disse o homem. "Já estive
no inferno e no purgatório, mas os porteiros disseram-me que
ele não estava lá, e sugeriram-me que o procurasse aqui."
"Vejamos nos registos", disse São Pedro. "Então, que Mussolini procuras?"
"Benito, o Duce do Fascismo."
"Ah, aquele que vivia em Roma", comentou São Pedro, fechando o registo e esboçando um sorriso. Não, não está cá, ainda não chegou cá acima. Ficou no coração dos italianos. (p. 390) » (Allegri, Renzo. Padre Pio - Um Santo Entre Nós. 6ª ed. Lisboa: Paulinas. 2012)
O encardido tentou enganar, mas quem é devoto do Padre Pio sabe que esse lixo de filme é uma verdadeira perda de tempo e não tem nada a ver com nosso querido santo
Uma pena que o que menos apareceu foi Padre Pio. Esse sim merecia um filme inteirinho dele.
O que menos aparece no filme é o padre