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Duração
Inglaterra, anos 50. Quando Max Raphael (Hugh Bonneville) é nomeado supervisor num remoto hospital psiquiátrico, vai viver lá e é acompanhado pela esposa, Stella (Natasha Richardson), e o filho, Charlie (Gus Lewis). Stella sente-se entediada de participar de "importantes reuniões" com as mulheres de outros funcionários do asilo. Logo isto muda, pois ela começa a se sentir atraída por um interno, Edgar Stark (Marton Csokas), que matou a esposa (foi diagnosticado como tendo distúrbio de personalidade severo, com traços de ciúme mórbido). Ela se envolve fortemente com Edgar, sem se preocupar se está arriscando sua família, sua sanidade e até mesmo sua própria vida.
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Trama baseada numa obra de ficção (mas bem crível no mundo real), de uma mulher sexualmente carente, ligada a um casamento infeliz, que se envolve com um sujeito instável e ciumento, de índole violenta, daí resultando um rastro de desgraça sócio-familiar e por fim a loucura. Em resumo, um filme com uma boa história de traição por paixão fatal, de roteiro impecável, bem produzido e com bela reconstituição de época (Inglaterra, anos 50). Destaque para Natasha Richardson (linda atriz britânica que morreu num acidente em 2009), bem a vontade no papel principal, feito sob medida para ela. Recomendável. Nota: 8,0.
Comecei achando meio clichê , porem foi ficando intenso, sensual, passional e por fim drástico. Drama romântico raiz, a saudosa Natasha Richardson, Marton Csokas, e Ian McKellen, ótimos em cena.
O ritmo é muito lento, Tem surpresas no decorrer do filme, Mas é muito entediante em certas partes, A trilha sonora alivia um pouco, Mas as barrigas de roteiro esgotam rápido a paciência de quem ta vendo, Eu mesmo levei 2 dias pra assistir o filme todo.
Recomendo só pra quem tem saco, Pq tem partes, Que puxa vida, Que porre...
É um bom filme com elenco bem escalado q merece ser conhecido ainda mais pela querida e talentosa Natasha Richardson.
Filme regular e aquém do esperado