Dirigido por
Data de lançamento
5 Julho 1962Duração
A família Baldwin sai de casa no subúrbio de Los Angeles pela manhã em direção as montanhas, onde pretendem se divertir pescando, porém, após alguns quilômetros de estrada, surge um flash de luz seguido de uma explosão. Eles param o carro e percebem que a explosão ocorreu em Los Angeles. A família tenta voltar, mas num posto de gasolina encontram dezenas de carros fugindo de Los Angeles e notícias de que o país está sob um ataque nuclear. Logo, o pai (Ray Milland) decide seguir em direção as montanhas, pois sabe que a tragédia fará com que cada pessoa tente salvar sua vida e da família, ou seja, a lei e a ordem não serão respeitadas.
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Já tinha ouvido falar deste filme dirigido e atuado por Ray Milland, porém era difícil de encontrar até que hoje o vi legendado na UNITV e resolvi matar minha curiosidade sobre os anos 50 e a enculcação do ataque nuclear, em tempos de pós guerra. É um filme bom, bem acima da média, muito bem dirigido e atuado pelo elenco. Um filme, claro de sua época em que ouvir falar em comunismo nos EUA o pânico se excedia. E a fotografia em P&B realça o clima de pânico e angústia recorrentes. Podemos ver ainda, um muito jovem Frankie Avalon como um dos filhos de Ray Milland. Muito boa descoberta!
Filme muito melhor do que eu pensei que seria. A direção do próprio Ray Milland, que faz o patriarca da família Baldwin, é gratificante de ver, pois aqui ele forma uma boa dupla com seu filho Rick. É gratificante ver pai e filho se unindo para se ajudar e proteger sua família. Para todo homem hoje que teve uma infância/adolescência em que quis deixar seu pai orgulhoso quando mais novo, vai sentir a conexão dos dois e quanto um queria dar orgulho enquanto o outro se sentia orgulhoso da transição do seu filho de um adolescente para um homem.
O Rick foi tão importante para a família sobreviver quanto seu pai;
A filha também é praticamente uma nulidade; são ambas inexpressivas.
A filha passa mais despercebida, com exceção da cena em que ela sofre um ataque, para não dizer que foi est*prad*, porque eles não deixam explícito isso, mas é o que pareceu
Destaque para o momento em que a mãe perde uma roupa no rio, e ela não vê; a filha também não vê a roupa passando bem embaixo do seu nariz. É o tipo de coisa que qualquer um que tenha visão periférica veria, mas tudo bem. O final foi bem tenso; por um instante, achei que não teria um final feliz para aquela família, mas, no final, ainda bem que tudo deu certo e não foi desperdiçado tudo que foi feito até ali.
Só achei que deveria ter uns 5 minutos a mais para mostrar eles chegando ao hospital e o Rick se recuperando, consequentemente consumando seu relacionamento com Marilyn, que era o que vinha se desenhando até ali, mesmo que nas entrelinhas.
Assistido em 02/09/2025
Sério que deixaram o nome da atriz que faz a filha de fora do registro mas colocaram o nome de três coadjuvantes?
O filme é bom mesmo sendo previsível
Cara... esse filme foi de 0 a 100 de um jeito...