Pare Com Suas Mentiras

Compartilhar
Pare Com Suas Mentiras (2022)
Arrête avec tes mensonges Outros títulos
Média do filme: 3.9 de 5 — baseado em 154 votos
MÉDIAFILMOW
3.9
154 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Olivier Peyon
Data de lançamento 27 Ago. 2022 Outras datas
País de origem França 🇫🇷
Duração 98 min (1h38)
Classificação indicativa de Pare Com Suas Mentiras: 12 - Não recomendado para menores de 12 anos
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

27 Ago. 2022

Duração

98 minutos Classificação indicativa de Pare Com Suas Mentiras: 12 - Não recomendado para menores de 12 anos
Carregando Publicidade...

Sinopse

Ao concordar em ser o embaixador da marca de um famoso conhaque celebrando seu bicentenário, o romancista Stéphane Belcourt retorna à sua cidade natal pela primeira vez em muitos anos. Uma vez lá, ele conhece o filho de seu primeiro amor, Lucas. As lembranças vêm correndo de volta para ele: atração irreprimível, corpos se tornando um no calor do desejo, uma paixão que nunca pode ser revelada... O nome de seu primeiro amor foi Thomas. Tinham 17 anos.

Gênero:
Gênero:

Elenco

Fotos e Trailers

Trailers (2)
Filmow+
Ticket de Prata

Sem anúncios

Comprar
Filmow+
Ticket de Prata

Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções

  • Navegue sem anúncios
  • Badge exclusivo Filmow+ no perfil
  • Acesso antecipado a novidades
  • Apoie a comunidade cinéfila
Comprar agora

Trailer do dia

A Bola Preta | Trailer Legendado

A Bola Preta

Comentários 0
amigos querem ver
kleversonrodrigues
Kleverson
1 semana atrás

Sabe aquele tipo de livro que parece ter sido feito para virar filme? Para mim, Pare com Suas Mentiras é exatamente isso. E o mais curioso é que, aqui, aconteceu o contrário do que normalmente sentimos: o filme é muito melhor que o livro.
A história acompanha Stéphane Milcourt, um romancista que retorna à sua cidade natal depois de muitos anos para ser embaixador de uma famosa marca de conhaque. Lá, ele conhece Lucas, filho de Thomas, seu primeiro grande amor, vivido quando os dois tinham apenas 17 anos. A partir desse encontro, antigas lembranças voltam à tona.

O filme intercala muito bem passado e presente. Enquanto Stéphane relembra sua história com Thomas, vamos descobrindo aos poucos o que realmente aconteceu entre os dois e também conhecendo a história de Thomas através de Lucas. E acho que é justamente aí que o filme ganha muita força: visualizar tudo aquilo que estava apenas nas páginas do livro torna a história muito mais emocionante e fácil de se conectar.

A relação entre Stéphane e Thomas é muito marcada por descobertas, escolhas e, principalmente, pelo medo. Stéphane sempre teve mais consciência sobre sua sexualidade, enquanto Thomas reprimia o que sentia. Ele sabia que gostava de homens, mas também se relacionava com mulheres e carregava o peso de não conseguir assumir aquilo que sentia, principalmente naquela época. Não é uma história que precisa mostrar grandes cenas de homofobia ou violência para falar sobre repressão; o medo e o silêncio de Thomas já dizem muita coisa.

E acho muito interessante como o filme trabalha o impacto que um primeiro amor pode deixar na vida de alguém. São duas pessoas muito jovens, descobrindo a própria sexualidade e tentando entender o que sentem, mas que acabam tomando caminhos completamente diferentes. Thomas segue uma vida considerada “normal”: casa, tem um filho e constrói uma família. Só que, conforme a história avança, percebemos que existem muitas coisas por trás dessa vida.

Gostei muito de acompanhar essa descoberta através de Lucas, porque ele também passa a conhecer um lado do pai que provavelmente nunca tinha imaginado. E o vínculo que ele cria com Stéphane é muito bonito, justamente porque não é algo forçado: nasce de uma amizade e de uma conexão construída aos poucos.

No fim, Pare com Suas Mentiras foi uma surpresa para mim. Eu realmente consegui me conectar muito mais com os personagens no filme do que no livro. Ver Stéphane e Thomas juntos, acompanhar os momentos do passado e entender visualmente aquilo que aconteceu fez toda a diferença.

Sem dúvida, para mim, é um daqueles raros casos em que o filme consegue ser muito melhor que o livro. Uma história delicada sobre primeiro amor, escolhas, repressão, memórias e sobre como algumas pessoas podem continuar presentes na nossa vida mesmo muitos anos depois de terem partido.

lipisidro
Isidro
2 meses atrás

Uma história tocante e muito bem contada.

murilo2015
Moço
1 ano atrás

Que filme lindo!

Assistido em 01/09/2025.

ricardopq
ricardo
1 ano atrás

terminei o livro hoje, sofri, chorei, fui me torturar assistindo o filme, sofri, chorei de novo.

oruan16
Oruan16
1 ano atrás

Bastante aquém do livro, mas ainda assim possui qualidades que só reforçam a qualidade do texto da obra original — uma obra-prima. O filme Lie With Me (2022), embora não consiga traduzir toda a densidade psicológica e emocional da obra literária, preserva alguns de seus elementos mais tocantes, especialmente o tom nostálgico e intimista que envolve a reconstrução da memória e a idealização do primeiro amor. A cena deles dois na lagoa é linda; os toques, os olhares, o desejo pelo outro. ♥️

Vislumbrar o passado é como olhar uma foto e vê-se diante de uma realidade que já passou, onde a esperança do que estava por vir parecia distante, à parte do “agora”. É como se tivéssemos a sensação de que tínhamos tempo o bastante para viver, sem ressalvas, preocupações e anseios, já que o futuro ainda estava sendo desenhado. Perceber que o tempo passou, que nada será como antes, que a vida segue, independentemente de nossas vontades, é uma sensação agridoce — principalmente para aqueles melancólicos que indubitavelmente vivem presos ao passado, às memórias e à adrenalina de ser jovem, incólume às perturbações da vida adulta. Para mim, o ato de relembrar é demonstrar respeito a quem fomos. Não acho justo deixarmos morrer nossas versões de outrora.

O primeiro amor é marcante, vívido e pungente. A idealização do que foi, do que poderia ter sido e de que forma a vida encaminhou-se. Sabe aquele momento específico que você queria fotografar, para poder relembrar sempre que possível? Aquele efêmero momento que você sabe que vai sentir falta quando acabar. É o apreço pelo não dito, a angústia ao se deparar com o “agora” e perceber que muito poderia ter sido dito, caso não fossem as circunstâncias e as limitações inerentes ao âmago que nos rege. Nesses momentos, a voz do passado ecoa; grita fortemente, desejando desabafar tudo aquilo que não pôde ser expresso: seja por palavras, de toques ou de simples gestos, por mais comedidos e genuínos que sejam. Sentimentos tão conflitantes que nos fazem questionar quem somos, o modo como enxergamos as outras pessoas — aquele crucial momento em que você reflete se é recíproco o tratamento que você dá às pessoas.

O filme é belíssimo na parte de retratar a beleza que há quando alguém nos enxerga para além do que somos. O ato altruísta de enxergar potencialidades e desejos coexiste com o medo de viver uma vida pacata em uma cidade pequena, ao mesmo tempo, em que percebe que esse mundo idílico pode representar a permanência de algo que se construiu. Existe uma semiótica que desconstrói o amor idealizado com um verniz repressivo e sigiloso.

Que seja eterno enquanto dure?!

“A vida em uma cidade pequena é mais difícil quando você não se encaixa.”

“25 anos escrevendo livros. Tantos personagens, lugares e cenas que sonhei. Quando menino, eu observava as pessoas e inventava vidas para elas. Isso preocupou minha mãe, que falava; “Pare com as mentiras.” Ela quis dizer: “Pare de contar histórias.” Isso ficou comigo. Mas… Por trás das mentiras que você conta, sempre há alguma verdade. Nossa própria verdade. Aquilo que mantemos escondido. Pessoalmente… Eu mantive escondido a existência de um garoto. Nós nos conhecemos aqui. Nós tínhamos 17 anos. Ele foi o primeiro a olhar para mim. Para me dar autoconfiança. Saber antes de mim que seria escritor. E então a vida nos separou.”

“Stéphane… Estou na Espanha e não voltarei. Não tão cedo, de qualquer maneira. Você vai se mudar para Bordeaux. E aposto que você não vai parar por aí. Você sabe o que eu penso. Você foi feito para ir a lugares. Então… Nossos caminhos se separam aqui. Eu sei que você gostaria que fosse diferente. Para eu encontrar as palavras para tranquilizá-lo. Eu não poderia. Um dia, você me perguntou: “Por que eu?.” Eu deveria ter dito: “Porque você é diferente. Você vai embora e nós vamos ficar para trás.” Você irá embora. E você vai contar tudo o que vê. Você encontrará as palavras. Diferente de mim. No final, digo a mim mesmo, você sabe. Ich liebe dich. I love you. Te quiero. Não podíamos continuar. Sua vida está esperando por você. Sem mim. Porque eu não vou mudar. Estou escrevendo para dizer que fui feliz nesses meses juntos. E eu já sei. Nunca mais serei tão feliz.”

Carregando Publicidade...
½
1
2
3
4
5

Listas com o filme

Ver todas as listas (41)
Canções de Amor Contra Corrente Hedwig: Rock, Amor e Traição Toda Forma de Amor A Bolha
Temática LGBT
por felipesevero
007: Operação Skyfall 10.000 Noches en Ninguna Parte 100 Dias antes do comando 100 Homens 100 metros estilo libre
Cinema Gay: Filmes e Curtas *
por victorhss
Antes Que o Mundo Acabe Napola King Jack Alameda do Sol O Verão de Giacomo
não é apenas um teenage movie
por youngtorless

Elenco de Pare Com Suas Mentiras

Mostrar mais (7)
Guillaume De Tonquedec 0 3

Guillaume De Tonquedec

(Stéphane Belcourt)
Jérémy Gillet 0 0

Jérémy Gillet

(Stéphane Belcourt jovem)
Julien De Saint Jean 0 3

Julien De Saint Jean

(Thomas Andrieu)
Victor Belmondo 1 2

Victor Belmondo

(Lucas Andrieu)
Cyril Couton 0 0

Cyril Couton

(Livreiro)
Guilaine Londez 0 2

Guilaine Londez

(Gaelle Flamand)

Se você gostou deste filme, confira também estes aqui: