Cara que filme. Tive o preconceito que me daria sono, me prendeu desde o inicio. Que linda a arte da dança e o teatro juntos. Uma história pesada que te faz pensar no perdão a si, ao(a) outro(a), na liberdade plena e pura que a vida nos dá em um mundo cheio de concorrencia. Sempre estamos a prova De resto, excelentes atrizes, muito boas as atuações. Fica na lista pra rever noutro momento.
A Kate (Diana Silvers) me lembra a Anne Hathaway. O filme é bom, mas pesado, profundo, um tanto triste. Tem uma lição muito importante sobre perdão, o processo difícil do luto, rivalidade humana e amizade. De tudo, tiro a fábula sobre as estrelas; achei linda, levarei para a vida ♡
"K: Não consigo parar de pensar numa história que meu pai me contava quando eu era criança. Eu tinha medo do escuro.
M: Quer contar pra mim?
K: Quer mesmo ouvir? Tá...
K: Os animais estavam se comportando mal. Então, os deuses decidiram cobrir a Terra com um cobertor, bloqueando o Sol. Ficou tão escuro. Tão escuro. Os animais ficaram com medo. Mas os deuses não atendiam às suas preces. E, então, uma passarinha corajosa voou até o céu. Cada vez mais rápido. O coração dela batia tão rápido que achou que ia explodir. Mas ela continuou subindo. Coração rebelde, força de vontade, olhar atento ao Verdadeiro Norte. Até que, finalmente, ela perfurou o cobertor com o bico. Um minúsculo raio de sol penetrou. A passarinha continuou voando, pra lá e pra cá, fazendo buracos no cobertor, desafiando a vontade dos deuses. Mas os deuses não ficaram bravos. Eles ficaram tão comovidos com a coragem dela que decidiram que só iam cobrir a Terra durante a metade do dia. E assim, esse cobertor cheio de buraquinhos se tornou o céu noturno. E foi assim que se formaram as estrelas."
Gostei bastante, acho que a Kristine Froseth é uma atriz muito promissora (primeiro trabalho que vi dela foi a série The Buccaneers, renovada na Apple TV). Enredos de pressão familiar, luto e rivalidade feminina bem trabalhados para a proposta do filme. Quero ler o livro, estou aguardando tradução para português de alguma caridosa editora.
Que horror!!! Que dificuldade de fazer um filme bom sobre ballet.
Cara que filme. Tive o preconceito que me daria sono, me prendeu desde o inicio. Que linda a arte da dança e o teatro juntos. Uma história pesada que te faz pensar no perdão a si, ao(a) outro(a), na liberdade plena e pura que a vida nos dá em um mundo cheio de concorrencia. Sempre estamos a prova
De resto, excelentes atrizes, muito boas as atuações.
Fica na lista pra rever noutro momento.
A Kate (Diana Silvers) me lembra a Anne Hathaway. O filme é bom, mas pesado, profundo, um tanto triste. Tem uma lição muito importante sobre perdão, o processo difícil do luto, rivalidade humana e amizade. De tudo, tiro a fábula sobre as estrelas; achei linda, levarei para a vida ♡
"K: Não consigo parar de pensar numa história que meu pai me contava quando eu era criança. Eu tinha medo do escuro.
M: Quer contar pra mim?
K: Quer mesmo ouvir? Tá...
K: Os animais estavam se comportando mal. Então, os deuses decidiram cobrir a Terra com um cobertor, bloqueando o Sol. Ficou tão escuro. Tão escuro. Os animais ficaram com medo. Mas os deuses não atendiam às suas preces. E, então, uma passarinha corajosa voou até o céu. Cada vez mais rápido. O coração dela batia tão rápido que achou que ia explodir. Mas ela continuou subindo. Coração rebelde, força de vontade, olhar atento ao Verdadeiro Norte. Até que, finalmente, ela perfurou o cobertor com o bico. Um minúsculo raio de sol penetrou. A passarinha continuou voando, pra lá e pra cá, fazendo buracos no cobertor, desafiando a vontade dos deuses. Mas os deuses não ficaram bravos. Eles ficaram tão comovidos com a coragem dela que decidiram que só iam cobrir a Terra durante a metade do dia. E assim, esse cobertor cheio de buraquinhos se tornou o céu noturno. E foi assim que se formaram as estrelas."
#BirdsofParadise
Gostei bastante, acho que a Kristine Froseth é uma atriz muito promissora (primeiro trabalho que vi dela foi a série The Buccaneers, renovada na Apple TV). Enredos de pressão familiar, luto e rivalidade feminina bem trabalhados para a proposta do filme.
Quero ler o livro, estou aguardando tradução para português de alguma caridosa editora.