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O ano é 1990 e uma nave alienígena faz contato com a Terra, notificando uma visita iminente, mas a nave sofre um acidente e cai em Marte, então uma missão de resgate é organizada na Terra para salvar os tripulantes alienigenas, e encontram apenas uma mulher sobrevivente.
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O precursor de "Alien": "O Planeta sangrento" ("Queen of blood", 1966) https://youtu.be/Qb9aj3LvkdA?si=18fyuCC9-mdjNpe3
Chato, não prende a atenção e não tem nenhuma cena com um mínimo de ação
(óbvio que eu sei que não é filme de ação, mas geralmente filme com "monstros" tem que ter algum embate)
Visto no YouTube com o título de "Planeta Sangrento".
Ficção cientifica sessentista mesclada com terror, que tem uma premissa curiosa, mas um desenvolvimento bastante arrastado, com cenas iniciais desnecessárias com muitos diálogos que nada acrescentam à narrativa.
Achei os efeitos especiais criativos para a época, me lembrou aquelas maquetes utilizadas na deliciosa série de ação com bonecos "Thunberbirds", mas segundo informa Edu, em comentário abaixo, foram usadas cenas de um longa metragem soviético sem que fosse dado os créditos. Decepcionada em saber que um dos elementos do filme que mais gostei, foram "roubados" de outro.
Com destaque para os conhecidos John Saxon e Dennis Hopper e para a atriz Florence Marly que faz a alienígena, com uma aparência eficazmente exótica.
Um Sci-fi sessentista que possui alguns bons momentos. E tem dois bons atores na época joviais, John Saxon e Dennis Hopper.
Curtis Harrington era um bom cineasta e tem filmes melhores no seu currículo.
Vi o pôster há algumas semanas e ele me chamou atenção... achei bizarro, mas me agradou de certa forma. Fora isso, eu não tinha nenhuma noção do que o filme se tratava. Isso foi bom, porque eu me surpreendi em alguns momentos. Achei a premissa ousada para a época, mas é uma pena que o baixo orçamento e a falta de um bom desenvolvimento no roteiro falem mais alto. Tirando algumas ótimas cenas (como as sequências finais) e a participação do John Saxon, pouca coisa se salva. Nem tenho muito o que falar... mas achei um desperdício usarem uma premissa tão boa desse jeito.
Assisti no dia 04/03/20