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Outros títulos
荡寇 - China
Plastic City - Estados Unidos da América
プラスティック・シティ - Japão
Sinopse
Yuda é um poderoso imigrante chinês em São Paulo que prosperou na ilegalidade. Seu filho é um jovem impetuoso que vive em conflito com as decisões do pai. Juntos, eles comandam a máfia da pirataria no Brasil.
É um filme que tinha tudo para dar errado: roteiro repleto de brechas, japonês interpretando um rapaz chinês, diretor visivelmente deslocado em relação ao gênero policial filmado no Brasil... Mas a produção do Jia Zhang-Ke instaura um potencial crivo de valorização poética. Que, paradoxalmente, estraga onde o filme poderia dar certo: do meio para o final, o filme praticamente abandona o enredo e mergulha numa sucessão de seqüências videoclipescas que não convencem, sobretudo quando aquele desfecho pretensamente existencial confirma as más impressões anteriores. De uma hora para outra, o enredo abandona todas as subtramas ensaiadas e foca numa bizarra explicação holística para a relação entre dois dos protagonistas, largando todas as derivações sinópticas possíveis. E o que foi aquela seqüência súbita de luta à Zack Snyder pseudo-oriental? Urgh! (WPC>)
Por mais que eu tente não criar expectativas, pois quase sempre que eu espero muita coisa acabo caindo do cavalo, mas com esse filme não dava pra me conter. Primeiramente porque o tema de imigrantes me interessa bastante, essa interação de atores brasileiros com orientais tambem é algo que me chama a atenção, ainda mais em um filme que tem como plano de fundo o submundo da pirataria.
Entretanto a frustração foi grande. Acho que desde Augustas eu não via um filme nacional tão insosso. Tudo bem que é uma produção chinesa/brasileira e isso acaba pesando ainda mais na frustração.
Parece que quiseram mostrar tudo o que tem no Brasil nesses 118 minutos de filme. Forçadamente encaixaram favelas, praia, índios, futebol, bordel, cadeia e na parte oriental acrescentaram lutas (muito poucas) e um tigre.
Muito triste, dava pra ter caprichado mais e ter rendido um baita filmaço, mas infelizmente a pirataria acabou entrando no filme só como ponto de partida.
Um desperdicio de boas atuações. Até mesmo o lendário Anthony Wong e Joe Odagiri conseguiram se virar bem no portugues. Falam melhor que uns chinas que estão na minha região a anos.
Comecei a assistir depois de ver que tinha o Odagiri Joe. O filme parecia ser bom, mas do meio pro final a historia se enrola e desenrola de um jeito nada a ver até o fim meio "WTF?". O filme ainda conta com uma cena de briga de gangues bem 'Tarantino inspired' e a fotografia, realmente é ótima, mas no geral, não gostei muito não.
É um filme que tinha tudo para dar errado: roteiro repleto de brechas, japonês interpretando um rapaz chinês, diretor visivelmente deslocado em relação ao gênero policial filmado no Brasil... Mas a produção do Jia Zhang-Ke instaura um potencial crivo de valorização poética. Que, paradoxalmente, estraga onde o filme poderia dar certo: do meio para o final, o filme praticamente abandona o enredo e mergulha numa sucessão de seqüências videoclipescas que não convencem, sobretudo quando aquele desfecho pretensamente existencial confirma as más impressões anteriores. De uma hora para outra, o enredo abandona todas as subtramas ensaiadas e foca numa bizarra explicação holística para a relação entre dois dos protagonistas, largando todas as derivações sinópticas possíveis. E o que foi aquela seqüência súbita de luta à Zack Snyder pseudo-oriental? Urgh! (WPC>)
Parecia mais que eu estava vendo uma matéria do "Cidade Alerta" na Liba...
Mas ouvir o Odagiri dizer:
Fodam-se os políticos, somos melhores sem eles!
Por mais que eu tente não criar expectativas, pois quase sempre que eu espero muita coisa acabo caindo do cavalo, mas com esse filme não dava pra me conter.
Primeiramente porque o tema de imigrantes me interessa bastante, essa interação de atores brasileiros com orientais tambem é algo que me chama a atenção, ainda mais em um filme que tem como plano de fundo o submundo da pirataria.
Entretanto a frustração foi grande. Acho que desde Augustas eu não via um filme nacional tão insosso. Tudo bem que é uma produção chinesa/brasileira e isso acaba pesando ainda mais na frustração.
Parece que quiseram mostrar tudo o que tem no Brasil nesses 118 minutos de filme. Forçadamente encaixaram favelas, praia, índios, futebol, bordel, cadeia e na parte oriental acrescentaram lutas (muito poucas) e um tigre.
Muito triste, dava pra ter caprichado mais e ter rendido um baita filmaço, mas infelizmente a pirataria acabou entrando no filme só como ponto de partida.
Um desperdicio de boas atuações. Até mesmo o lendário Anthony Wong e Joe Odagiri conseguiram se virar bem no portugues. Falam melhor que uns chinas que estão na minha região a anos.
Comecei a assistir depois de ver que tinha o Odagiri Joe. O filme parecia ser bom, mas do meio pro final a historia se enrola e desenrola de um jeito nada a ver até o fim meio "WTF?". O filme ainda conta com uma cena de briga de gangues bem 'Tarantino inspired' e a fotografia, realmente é ótima, mas no geral, não gostei muito não.
Muito ruim.