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Jacques Tati traz de volta o personagem Monsieur Hulot, que, com suas coreografias cômicas encantadoras, passeia pela Paris pós-moderna dos anos 60. Seu jeito inocente de observar as coisas acaba criando confusões hilárias entre os turistas que visitam a capital francesa. O filme é uma feroz crítica à arquitetura e aos costumes da pós-modernidade, porém feita com muito humor. Esta é a mais cara produção de Jacques Tati. Em Play Time, Tati construiu praticamente uma cidade, com restaurantes, farmácias, prédios comerciais e até aeroporto.
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Esse filme é um absurdo, os cenários foram criados só pra ele e faliu o diretor na época.
Ouvi falar desse filme por causa de ser uma influência no visual da série Ruptura. Visualmente incrível. Com um estilo de humor teatral, lembrando as vezes Mr. Bean e Monty Python, com situações cômicas consequências de acidentes e mal entendidos.
É uma mega viagem visual com forte crítica social. Mas sem diálogos, sem uma história que conduza o espectador e sem grandes cenas ou momentos dramáticos. Hoje pode ser considerado uma obra-prima, mas foi um enorme fracasso de bilheteria e levou o Tati à falência.
"Venham ver a modernidade!"
Incrível como cada plano é literalmente uma belíssima fotografia. Um exemplo atemporal de como a direção de arte—nesse caso, principalmente a cenografia—são capazes de ser e contar a história.
Dá pra ir pegando ao longo do filme todos os outros que se inspiraram de alguma forma nele: Matrix, Os Incríveis, Barbie, Ruptura etc.
O Sr. Hulot perdido no começo me lembrou de quando eu fui fazer uma entrevista em um daqueles prédios chiques e envidraçados da Berrini... eu mal consegui usar o elevador, de tão "moderno" pra mim.
- vale muito como uma critica da época de como as modernidades e até a arquitetura podiam acabar mais atrapalhando e afastando as pessoas se não fossem bem pensadas
- todo o design de produção é incrível, tudo que construíram para o filme é impecável. curioso que feito nos anos 60 e conversa bastante com algumas coisas de hoje
- queria muito ver um filme nessa pegada criticando as tecnologias atuais, como celulares, telas em todos os lugares, robôs e IAs
- pena que pra mim, como filme não pegou tanto. muita bagunça, humor francês realmente não é pra mim