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O rico Sr. Greenleaf contrata Tom Ripley para trazer de volta seu filho Philippe da Itália para os Estados Unidos, pois teme que ele esteja desperdiçando sua herança. No entanto, quando Tom se sente atraído pelo estilo de vida de Philippe e por sua namorada, suas intenções tomam um rumo mortal ao decidir assumir a identidade de Philippe.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
A história é excelente, instigante, e deixa a gente bem curioso para ler o romance original da Patricha Highsmith
O livro de Patricia Highsmith e o filme Plein Soleil (1960) com Alain Delon diferem bastante: o romance é mais sombrio e ambíguo, enquanto o filme suaviza certos aspectos e introduz mudanças para se adequar ao cinema francês da época. A principal inovação do filme foi dar um desfecho moralizante, punindo
Ripley
ele escapa impune.
Filme interessante, até o primeiro metade acerta demais....porém depois se enrola:
No livro:
o testamento é uma peça central da manipulação de Ripley, garantindo-lhe a fortuna.
No filme:
o testamento falsificado existe, mas a narrativa faz parecer que Marge também é contemplada. Essa mudança não é coerente com a falsificação mostrada, mas serve para reforçar o contraste entre Ripley (o impostor) e Marge (a inocente), além de preparar o desfecho moralizante em que Ripley é desmascarado.
Em outras palavras, o filme não quis dar a
Ripley
Marge
Ripley
É necessário destacar que o filme esteticamente acerta bastante com a luz mediterrânea e a figura do galã de Delon para criar um suspense elegante e charmoso, com um personagem com características de camaleão, muito mais sagaz e seguro que o Ripley do livro deveras vacilante, cheio de traumas que nao combinam com a persona fria e calculista do personagem. O Ripley de Alain Delon é assertivo, persuasivo e convincente.
Em resumo: Filme bem intencionado, vale muito a pena, em alguns momentos supera o livro mas o final é pouco consistente. Alain Delon carrega o filme nas costas mas direção/roteiro tem muitos tropeços.
Continua bom, mas percebi mais o andamento lento, a atuação soberba do Alan Deloin, e o final de impacto. Altera muitas coisas em relação ao livro. O Talentoso Ripley é bem mais fiel. A moralidade também difere em ambos: no primeiro a lição é "o crime não compensa", e no segundo é "o crime compensa, desde que você não saia do armário".
Como Alain Delon nunca interpretou 007?!
segunda adaptação q assisto do talentoso ripley dps de ler o livro — o qual, por sinal, gostei mt e devorei em dois dias.
apesar da crítica positiva desse primeiro filme do ripley, achei o resultado no máximo regular; acredito que quem não conhecer a história vai ficar perdido, uma vez q o filme começa pulando vários capítulos, iniciando já com o ripley saindo com o dickie (q nessa versão recebeu o nome philippe kkkkk)
mas o que mais me irritou foi o interesse do ripley pela marge; quem leu o romance sabe q ele não suporta ela, mas talvez pela época em que a produção foi rodada resolveram descartar a aparente homossexualidade que o personagem apresenta no livro.
o final, entretanto, apesar de desviar do livro, eu achei interessante; devo ser um dos poucos que torceu pro ripley ser pego