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Data de lançamento
8 Junho 2016Duração
Dory, agora morando no mesmo recife que os peixes-palhaço Marlin e Nemo, vive uma vida tranquila mesmo com seus esquecimentos. Quando ela acompanha Nemo em um passeio escolar para ver a migração das mantas, sente falta de saber quem de fato é. Os três, então, seguem mar afora em busca de seus pais.
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Não entendo quem reclamou dessa sequência. Segue a mesma linha do primeiro e por isso é tão bom. Talvez não carregue a mesma nostalgia de Procurando Nemo, mas não deixa de ser emocionante e até mais engraçado do que o primeiro. Colocar a Dory com a energia caótica dela e o jeito engraçado foi a melhor decisão de todas. Rachei horrores com a cena da tubulação onde a Dory se perde, os gritos e as expressões dela são fabulosas (a baleia branca achando que ela tava sendo devorada KAKAKAKAKA).
Dito isso, uma sequência fiel ao antecessor <3
Ok mas pq esse filme existe mesmo? Ninguém pediu ninguém queria
A sequência que parecia desnecessária até provar que ainda havia algo emocionalmente novo para contar.
Ao colocar Dory no centro da narrativa, o filme transforma a perda de memória, antes usada como humor, em tema dramático. A jornada deixa de ser apenas física e vira uma busca por identidade: quem somos quando não conseguimos lembrar de quem fomos?
A animação continua tecnicamente impecável, mas o destaque está na delicadeza com que o roteiro equilibra comédia e vulnerabilidade, mostrando que a fragilidade da personagem é justamente o que a torna resistente.
No fim, Procurando Dory funciona porque entende algo simples: lembrar é importante, mas ser lembrado, aceito e talvez seja ainda mais.
Eu particularmente preferi este ao invés do primeiro, os personagens deste tem características psicológicas mais humanas, já o primeiro era mais caricaturas de personalidades já predisposto, tipo o peixe que era o líder do aquário no dentista ter uma postura de sargento, ou então uma tartaruga por ser surfista, logo ela vai ser chapada. Enquanto no segundo filme lidamos com uns personagens mais complexos como; o polvo. (Meu personagem favorito.)
Parando de comparar com seu antecessor, o segundo filme só funciona depois de assistir o primeiro. São muitas referencias, conexões e explicações, coisa que a PIXAR sabe fazer muito bem. Contudo, a trama tem sua originalidade, com direito a Doryzinha nenê.
A sequência de Procurando Nemo foca na peixe esquecida mais carismática da Pixar.
Aqui, Dory assume o protagonismo em uma jornada para reencontrar os pais. O filme equilibra bem humor, emoção e aventura, trazendo novos personagens divertidos como o polvo Hank.
Embora não tenha o mesmo impacto inovador do primeiro, é uma continuação carinhosa, que entrega emoção genuína em vários momentos (o reencontro final é de arrepiar).