Dirigido por
Duração
Bud Johnson (Kevin Costner) é um homem comum, visto por muitos como um perdedor, ligeiramente apático, que gosta de tomar umas cervejas e que cuida sozinho da única filha, Molly, uma adolescente de 12 anos de idade. É época de eleição presidencial. E algo muito incomum acontece quando a decisão sobre quem irá ocupar a cadeira de presidente passa a depender de um único voto. E justamente o de Bud Johnson.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Kevin Costner vivendo um personagem totalmente fora do comum.A comédia parece aquela dos anos 90 que passava direto na Sessão da Tarde.Um dos piores no tema que já vi.
-19 de Agosto de 2022
-Dou nota 3/10
Durante boa parte de sua duração, “Promessas de um Cara de Pau” é um filme que não se leva a sério. Kevin Costner encarnou com perfeição o escrachado Bud, um cara que é totalmente sem noção e que não faz ideia da importância do ato que está prestes a tomar. Isto vai de encontro à postura de Molly, por exemplo, que tenta incutir no pai o senso de responsabilidade e de cidadania. O roteiro do filme ainda arruma disposição para criticar o jogo de interesses dos políticos, que não possuem uma plataforma definida e passam a defender a ideia que mais interessa à população naquele determinado momento.
Uma pena é perceber que, no seu ato final, “Promessas de um Cara de Pau”, se esquece de sua leveza e muda completamente seu tom para a seriedade, ao mostrar uma mudança na personalidade de Bud, que, de tão repentina, se apresenta artificial demais. Por esse motivo, o longa acaba perdendo a sua intenção inicial: a de mostrar que o seu voto é importante, porque senão o seu destino e o do seu país podem ficar nas mãos de um Bud Johnson da vida. É triste, mas é a pura verdade.
É um dos filmes menos populares do Costner, basta ver que o último comentário foi há 4 anos(!!), mas isso é injusto.
É divertido, tem um drama interessante e aborda bem a faceta da eleição dos EUA, sem contar que é um dos últimos filmes do grande Dennis Hopper (que também atuou em Waterworld junto com o Costner).
Apesar do título nacional sem muito idiota, o filme é muito legal, retratando os 15 minutos de fama de um "Loser" ao ter que decidir o futuro dos EUA. Apesar de fatores improváveis, é um filme verdadeiramente simpático, com uma atuação despojada e divertida do Kevin Costner e uma atuação certeira e comovente da atriz mirim Madeline Carrol (Molly)
A historia lembra os antigos filmes de Frank Capra em que um homem comum e despreparado se vê diante de um dilema que envolve toda a nação. Consegue ser divertido, mas tem também o seu lado sério ao fazer crítica do sistema eleitoral americano e ao discorrer sobre a importância do voto. Kevin Costner está excelente na pele do protagonista, mostrando o bom ator que sempre foi, o que nem sempre conseguiu fazer. Lamentável mesmo só o péssimo título nacional.