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Data de lançamento
4 Dez. 2000Duração
Alice Bowman é viajada e experiente, mas nada a podia preparar para isto. Rebeldes de um país latino-americano em convulsão raptaram o seu marido e estão a pedir um resgate. O valor: 3 milhões de dólares.
Meg Ryan interpreta o papel de Alice e Russell Crowe é Terry Thorne, o especialista em libertação de reféns que se torna a única esperança de Alice para manobrar um jogo perigoso com terroristas que dão mais valor ao dinheiro que à vida, num filme recheado de suspense, considerado pela Time como um dos 10 melhores do ano. Tayler Hackford dirige, dominando com firmeza a tensão emocional, à medida que Terry e Alice tentam descobrir os criminosos e salvar o refém (David Morse)... ao mesmo tempo que ambos se defrontam com a preocupante descoberta de que estão atraídos um pelo outro.
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IMPRIMATUR - visto no cinema em 2001:
Nem o circo dos tabloides conseguiria salvar este filme; o romance forçado em tela apenas confirma que ele seria ruim de qualquer jeito.
Avaliação em nota: 4.5
Como entretenimento vai lá...mas sempre que eu vejo algum filme desses.. dos anos 90 ou anos 2000 me impressiono como a gente naturalizou a forma dos Estados Unidos olharem de cima para baixo , com ar de superioridade para os países e o povo da América Latina... Se você prestar atenção nos detalhes o filme passa duas horas tentando mostrar como o ocidente é superior em todos os sentidos, aos ditos "países de terceiro mundo”... Mostrando uma visão estereotipada de quase selvagens versus mundo civilizado
A produção é baseada na história real de Thomas Hargrove, que foi sequestrado pelas FARC colombianas em 1994.
É um filme que começa bem com uma premissa interessante e baseada em fatos reais sobre a indústria dos sequestros em países de terceiro mundo. Mas a execução confusa e o roteiro mal escrito prejudicam bastante o resultado.
A parte mais esquisita do filme foi a tentativa de se criar um triângulo amoroso na história, isto além de não convencer só serviu para tirar o foco e atrapalhar o ritmo da trama central. E pra deixar as coisas mais estranhas, ainda colocaram um desfecho totalmente anticlimático entre os personagens de Meg Ryan e Russell Crowe.
O filme tem algumas boas cenas de ação mas o roteiro é fraco. Muita coisa fica mal explicada, como o envolvimento das autoridades do governo com os sequestradores e na reta final o planejamento da operação de resgate dos reféns com a participação do exército para proteger o oleoduto é feita de forma apressada e sem tanta coesão.
Curiosidades:
Embora os produtores quisessem filmar na Colômbia o perigo das FARCs forçaram eles a mudarem de ideia e escolher o Equador para as gravações.
Apesar da pouca química em cena e de não terem direito a um final romântico no final, foi neste filme que Meg Ryan e Russel Crowe tiveram um caso durante as filmagens, que culminou em seu divórcio midiático com Dennis Quaid. E foi a partir daí que a carreira dela começou a ir por água abaixo, fazendo com que Meg Ryan perdesse para sempre o status de "Namoradinha da América".
Começa interessante, mas não demora a se tornar um filme morno. Não é ruim, mas não empolga.
Não aconteceu no filme, mas aconteceu na vida real