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Data de lançamento
1 Jan. 1952As esposas dos quatro irmãos Lobelius estão reunidas em uma casa de campo para férias, pela primeira vez em muito tempo. Elas aguardam a chegada dos maridos, que ainda se encontram em Estocolmo. Enquanto esperam, fazem confidências sobre suas vidas em quatro episódios narrados segundo o ponto de vista de cada uma delas.
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Dos 16 filmes do Bergman que assisti até hoje, Quando as Mulheres Esperam é, com certeza, o mais esquecível. Na verdade, é o primeiro dele de que não gosto. Há momentos visualmente interessantes e Eva Dahlbeck, com seu carisma grandioso e sempre apaixonante, garante a única parte do filme que me agradou. Como a história da sua personagem, Karin, toma apenas 24 dos 107 minutos de filme, não é suficiente para salvar todo o resto, mas são 24 minutos tão divertidos que me impedem de dizer que me arrependi de assistir até o fim.
"Quando as Mulheres Esperam", na minha modesta avaliação é outro importante clássico de Bergman que merece ser visto ou revisto. Com personagens muito bem desenhados psicologicamente, este é um dos trabalhos mais originais deste renomado diretor sueco.
O filme não é tão bom quanto o anterior do diretor, Juventude, mas ainda assim é um Bergman acima da média. É interessante ver como o diretor brinca com a narrativa, experimentando novas direções. Em determinado momento há um flashback dentro de um flashback e você sente não saber mais onde está na linha do tempo (me lembrou do experimentalismo da série Os Normais com flashbacks décadas depois). O elenco é maravilhoso e extremamente competente, os já usuais Birger Malmsten e Maj-Britt Nilsson, a nova e estreante Gerd Andersson esbanjando beleza, mas é Anita Björk, da primeira história, que rouba a cena para mim. A última história no elevador é a mais leve e que me tirou boas risadas. Para quem é fã do diretor, vale bastante a assistida.
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É um drama que dá pra assistir, mas nada além do normal. Cabe uma reflexão.
Foi um filme do Bergman que me causou pouca empatia, vai ver pelo fato de ser um filme episódico que em geral não constuma me entusiasmar , ou mesmo por um texto não tão marcante ainda que visualmente seja um filme poderoso com um grave problema de ritmo.