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Baseado no best-seller e premiado romance de Irvin Yalom, o filme “Quando Nietzsche Chorou” conta a história de um encontro fictício entre o filósofo alemão Friedrich Nietzsche (Armand Assante) e o médico Josef Breuer (Bem Cross), professor de Sigmund Freud (Jamie Elman). Nietzsche é ainda um filósofo desconhecido, pobre e com tendência suicidas. Breuer passa por uma má fase após ter se envolvido emocionalmente com uma de suas pacientes, Bertha (Michal Yannai), com quem cria uma obsessão sexual e fica completamente atormentado. Breuer é procurado por Lou Salome (Kather Winnick), amiga de Nietzsche, com quem teve um relacionamento atribulado. Ela está empenhada em curá-lo de sua depressão e desespero, assim pede ao médico que o trate com sua controversa técnica da “terapia através da fala”. O tratamento vira uma verdadeira aula de psicanalise, onde os dois terão que mergulhar em si próprios, num difícil processo de auto-conhecimento. Eles então descobrem o poder da amizade e do amor.
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Adorei os diálogos, a mistura de Cultura com emoção... A forma como os sonhos eram retratados...me senti numa sessão de psicanálise durante o filme
Não é um filme ruim, mas é extremamente cansativo para ser assistido direto. Nota 6,0.
Eu gostei do filme, mais pela mensagem do que propriamente a sua execução. Ponto positivo pra dupla protagonista, fora isso peca em quase tudo.
Achei o Armand Assante muito bem no papel de Nietzsche.
Se tivesse um diretor mais tarimbado e uma produção mais expansiva talvez o resultado fosse algo mais marcante.
Mesmo assim, recomendaria esse filme pelo seu conteúdo, mesmo com vários defeitos.
Esse filme deve ser avaliado por uma ótica filosófica ou de quem leu o livro. Não é um filme para se cair de paraquedas.
Peca em muitas transições, direção, arte, mas é belíssimo em diálogos, ainda que eles sejam rápidos e não tenha como degluti-los da forma que é necessário.
Sou suspeito para avaliar, pois tenho o romance de Yalom como um dos meus preferidos, e por isso, sobre esse ótica, se tornou um filme necessário para mim.
Bem toscão.