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Sinopse
Alma Duval, uma mulher casada e boa esposa, passa a se sentir cada vez mais frustrada com o relacionamento com o seu marido e também a falta de preocupação que o marido tem com seus filhos.
Drama em preto e branco da Wallis-Hazen e Paramount Pictures que foi baseado na peça não produzida "Next of kin", de Lonnie Coleman (1920-1982), baseada em seu romance de mesmo título. O diretor George Cukor (1899-1983) não foi creditado.
Utilizada como o filme no cemitério em Idas e vindas do amor (10), fazendo referência à personagem de Shirley MacLaine como a atriz neste filme. O roteiro foi desenvolvido a partir de uma peça não produzida de Lonnie Coleman, "Next of kin", comprada pelo produtor Hal Wallis (1899-1986) em junho de 1956. Um dos 2 filmes lançados em 1958 com Shirley Booth (1898-1992) como protagonista e Shirley MacLaine como 2° protagonista feminina, sendo o próximo A mercadora de felicidade (58). Último filme de Louise Franklin (1917-1992) e Elsie Weller.
Uma jóia rara esquecida do cinema, muitas vezes subestimada, com um elenco afiado em grandes interpretações. Uma estória simples de uma família de classe média passada durante o quente verão na Louisiana onde, aparentemente, são todos felizes. Mas quando começam a vir os problemas, eis que o caos se instala no lar, e o pessoal tem que fazer algo urgente para reverterem esta situação antes que o pior aconteça. Qualquer semelhança com a A cruz de minha vida (52) é intencional e não é mera coincidência.
Um drama forte e poderoso e ao mesmo tempo sensível e tocante, onde as atuações de Shirley Booth e Anthony Quinn são valiosíssimas, enquanto Shirley com sua doce e esperançosa personagem já nos conquista nos primeiros instantes embora cause um pouco de revolta por tanta passividade, Anthony consegue ser extremamente o oposto com um personagem egoísta e detestável, inevitável não torcer pela personagem de Shirley e se comover com seu drama, acho que todos nós pensamos que no passado éramos mais felizes, por isso que nos identificamos com a doce e sofrida Alma.
um drama familiar como poucos... diálogos envolventes, direção cuidadosa e um elenco maravilhoso! Shirley Booth sempre soberba, senti a dor de sua personagem. excelente filme.
Drama em preto e branco da Wallis-Hazen e Paramount Pictures que foi baseado na peça não produzida "Next of kin", de Lonnie Coleman (1920-1982), baseada em seu romance de mesmo título. O diretor George Cukor (1899-1983) não foi creditado.
Utilizada como o filme no cemitério em Idas e vindas do amor (10), fazendo referência à personagem de Shirley MacLaine como a atriz neste filme. O roteiro foi desenvolvido a partir de uma peça não produzida de Lonnie Coleman, "Next of kin", comprada pelo produtor Hal Wallis (1899-1986) em junho de 1956. Um dos 2 filmes lançados em 1958 com Shirley Booth (1898-1992) como protagonista e Shirley MacLaine como 2° protagonista feminina, sendo o próximo A mercadora de felicidade (58). Último filme de Louise Franklin (1917-1992) e Elsie Weller.
Uma jóia rara esquecida do cinema, muitas vezes subestimada, com um elenco afiado em grandes interpretações. Uma estória simples de uma família de classe média passada durante o quente verão na Louisiana onde, aparentemente, são todos felizes. Mas quando começam a vir os problemas, eis que o caos se instala no lar, e o pessoal tem que fazer algo urgente para reverterem esta situação antes que o pior aconteça. Qualquer semelhança com a A cruz de minha vida (52) é intencional e não é mera coincidência.
Um drama forte e poderoso e ao mesmo tempo sensível e tocante, onde as atuações de Shirley Booth e Anthony Quinn são valiosíssimas, enquanto Shirley com sua doce e esperançosa personagem já nos conquista nos primeiros instantes embora cause um pouco de revolta por tanta passividade, Anthony consegue ser extremamente o oposto com um personagem egoísta e detestável, inevitável não torcer pela personagem de Shirley e se comover com seu drama, acho que todos nós pensamos que no passado éramos mais felizes, por isso que nos identificamos com a doce e sofrida Alma.
um drama familiar como poucos...
diálogos envolventes, direção cuidadosa e um elenco maravilhoso!
Shirley Booth sempre soberba, senti a dor de sua personagem.
excelente filme.