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Data de lançamento
7 Março 2008Duração
Ben Campbell (Jim Sturgess) é um jovem tímido e superdotado do MIT que, precisando pagar a faculdade, busca a quantia necessária em jogos de cartas. Ele é chamado para integrar um grupo de alunos que, todo fim de semana, parte para Las Vegas com identidades falsas e o objetivo de ganhar muito dinheiro. O grupo é liderado por Micky Rosa (Kevin Spacey), um professor de matemática e gênio em estatística, com quem consegue montar um código infalível. Contando cartas e usando um complexo sistema de sinais, eles conseguem quebrar diversos cassinos. Até que, encantado com o novo mundo que se apresenta e também por sua colega Jill Taylor (Kate Bosworth), Ben começa a extrapolar seus próprios limites.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Ótimo filme, me prendeu!
Só achei o sinal pra chegar na mesa muito escancarado KKKK
16.02.2009
Quebrando a Banca é o tipo de filme que vende inteligência como espetáculo, transformando matemática em adrenalina. A proposta é sedutora, quase aspiracional, mas o resultado caminha entre o entretenimento eficiente e uma superficialidade que impede maior impacto. Funciona bem no momento, mas raramente se aprofunda.
A história acompanha um estudante brilhante do MIT que é recrutado por um professor para integrar um grupo que usa contagem de cartas para vencer cassinos em Las Vegas. Entre dinheiro fácil, luxo e risco constante, ele mergulha em um mundo onde cálculo e controle são tudo.
O conflito central gira em torno da tentação e da perda de identidade. O protagonista começa movido por necessidade, mas rapidamente se deixa seduzir pelo estilo de vida e pelo poder. O roteiro trabalha essa transformação, embora de forma simplificada, sem explorar totalmente o impacto psicológico das escolhas.
Os personagens cumprem seus papéis, mas raramente ultrapassam arquétipos. Jim Sturgess entrega um protagonista funcional, enquanto Kevin Spacey traz presença e autoridade como mentor manipulador. Ainda assim, as relações carecem de maior profundidade e complexidade emocional.
Tecnicamente, o filme é ágil e estiloso. A direção aposta em montagem dinâmica, trilha envolvente e ritmo constante para manter o interesse. As cenas nos cassinos são bem conduzidas, criando tensão, mas sem atingir um nível realmente memorável ou inovador.
No fim, é um filme que diverte e prende, mas joga seguro demais. Tinha potencial para ser mais incisivo e psicológico, mas prefere a superfície. Ainda assim, cumpre bem seu papel como entretenimento inteligente e acessível.
nota: 8,2
Cenas bem clichês e num todo um filme razoável. Mas a parte boa é passar a entender o porquê você deveria trocar de porta e ficar com 66% de chance de ganhar um carro e não 50%.
Meu Deus! Tudo é fake nesse filme! Caricato e recheado de cenas estereotipadas. Como bons atores resolvem entrar nessa furada?