Duração
A série continua a acompanhar a viagem de um grupo de amigos gays e amantes que vivem em Pittsburgh. Esta série aclamada pela crítica traz consigo maduro histórias sobre enfrentar os desafios da paternidade do mesmo sexo, a discriminação, o VIH / SIDA, cancro e da moralidade.
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Muito amor envolvido por essa séries e esse personagens. Aquele sofrimento pra assistir último episódio
magnífica demais, amei essa série, antes eu virava muito a cara por ter uma visão apenas pornografica dela, mas resolvi maratonar e amei demais, é um drama tão denso, polêmico, reflexivo, muito boa.
eu queria um final diferente, queria ver mais de cada um, uma passagem no tempo por exemplo, mostrando cada um no futuro com suas vidas novas, mas ok, mesmo assim gostei bastante, foi uma série e tanto.
maratona finalizada em 20/10/2023
QaF foi um divisor de águas para séries com temática LGBT, feliz que depois de anos terminei, e já tô com saudades!
Assisti o piloto de Queer as Folk pela primeira vez em 2018 mas não me chamou tanta atenção. Em agosto de 2021 resolvi rever e deve ter sido uma das melhores decisões da minha vida no entretenimento. Assisti as duas primeiras temporadas em um mês, na terceira e na quarta diminui o ritmo (pois confesso que são temporadas que não me agradaram tanto). Já nessa quinta e última temporada foi muito difícil ir devagar visto que a série ganha novamente o brilho das primeiras temporadas, mas aqui estou eu, 6 meses depois com a série finalizada.
Não consigo colocar em palavras o quanto eu amei essa jornada. Todo novo episódio eu me sentia numa roda de amigos. Comemorando suas conquistas, servindo de ombro amigo, brigando quando eles faziam burradas e chorando de emoção, de alegria, de medo, de tensão. Um paralelo interessante dizer que ao mesmo tempo que eu me via ali, eu embarcava naquela jornada e esquecia meus problemas e minha vida.
Justin é meu personagem favorito, acompanhar seu amadurecimento é incrível, e suas conversas com a mãe nessa última temporada trazem uma sensação muito boa depois de tudo que ele passou com ela no começo da série. Mas todo mundo ali tem alguma função e representa situações verossímeis da vida real sendo você gay ou hétero.
Amo quando últimos episódios fazem referência a acontecimentos passados, aqui em especial quando o Brian aponta que querendo ou não "tudo é sobre sexo, sempre foi e sempre será", fazendo referência ao monólogo do Michael que abre a série. E depois quando o Brian fala que o Justin conseguiu e se tornou "o melhor homossexual que ele poderia ser" eu desabei de tanto chorar.
Gostei do final de todos os personagens. Por mais que eu tenha vibrado muito com Britin nessa última season (e mesmo odiando o relacionamento deles em vários momentos da série) achei coerente o final dos dois. Só senti falta de um último diálogo do Justin com a Daphne, apesar de secundária ela foi bem importante no início da série.
Obrigado por tudo, Queer as Folk.
We Will Survive! ❤
incrível! <3