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Na noite em que é comemorado o aniversário de Alberto (Daniel Filho), patriarca da família, é anunciado também o noivado de Zezé (Cláudia Netto), sua filha mais nova. É quando Alberto decide ser este o momento exato para expôr à família todas as dores e frustrações que teve por colocar sua família acima de tudo, ignorando até mesmo os desejos de seu coração.
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Não conheço muito bem o Daniel Filho ator, mas estou digitando com os pés, pois ainda estou aplaudindo. Que atuação!!! Suely Franco também não fica atrás.
05/04/2020
Alguem sabe onde encontrar? Links por favor, preciso rever essa maravilha de filme
e a velhice cujo ao contrario do que milhares de imbecis politicamente corretos assim o defendem, mas que na verdade longe esta encontra se de por obstante merecer o status de a melhor idade, mas sim de pura e simplesmente aquela o qual alem de problemas fisicos, o humor tende a denotar se um dos mais insuportaveis atributos cujo muitas vezes talvez motive a depositar nossos anciãos sem devolução em meio a um asilo, ao inves de sob nossa responsabilidade, mas claro antes de um possivel linchamento moral, nao estou defendendo o abandono de esclerosados nao senis similares ao brilhantemente interpretado por daniel filho ha exatos 17 anos, mas que pura o simplesmente o fato de nem sempre a paciencia dispor da melhor virtude a alguns, trata se das circunstancias, e não por má indole, mas que trata se sim do dever de todos zelar alem de exercitar a virtude da compreensão junto aos nossos hoje numa posição inversa o qual tiveram em relação a nós no passado resumindo cuidados, afinal de contas, podemos ate criticar hoje o que seremos amanha, porem quando de fato assim o formos, diria que tambem não gostariamos de ser o fator motivador para as mesmas. BOM FILME. " patriarcadamente" NOTA 10.00
Da lista dos filmes nacionais maravilhosos que quase ninguém viu.
Assisti no cinema em 2004, e é um dos filmes que eu melhor vi retratar uma família de classe média baixa brasileira, sem pender pro lado da favela, nem pro mundo cor de rosa de estúdios limpinhos que lembram as casas da Globo.
Adaptação de uma peça da Maria Adelaide Amaral, Querido Estranho esbalda melancolia em cada cena. TODOS os personagens se sentem frustrados, cada um ao seu modo, e o elenco dá um show, especialmente o Daniel Filho e a Suely Franco, ele tão esquecido como ator, e ela quase sempre renegada a papéis cômicos e menores, ambos vivem tipos tão reais com tanta firmeza que me emocionaram com muita frequência, conheci muuuitas pessoas que se assemelham demais aos personagens principais do filme.
Apesar do inferno pessoal dos personagens estar sempre presente, não é um filme depressivo, pode-se classificar como comédia dramática, o humor negro é bem frequente.