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Um filme dentro de um filme. Jovens diretores, adolescentes prodígios, estão filmando A exibicionista em uma fazenda numa região paradisíaca. Barão, personagem de Ney Matogrosso, vive nessa fazenda, onde irá celebrar seu casamento com o dançarino Marcelo. O filme investiga poeticamente a alma brasileira, colocando a Amazônia como epicentro do mundo, refletindo a respeito de questões existenciais, legitimando o direito à liberdade e à individualidade sexual. Filme filosófico e musical, livremente inspirado na peça teatral Ralé, de Maxim Gorki.
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- amo como o ney matogrosso virou o muso da helena, assim como ela era do sganzerla
- lindo demais ela revivendo a sonia silk
- filme bem nos moldes do cinema marginal, várias cenas emblemáticas, só podia aproveitar mais alguns atores
cenas/esquetes incoerentes em si mesmas e desarticuladas pelo desbunde autocelebrativo proporcionado pelo experimentalismo caseiro ou pagação de tributo interior de figuras chave para uma ponte direta do bicho grilo festivo com a lacração do DCE, visando um pretexto para a peça de Gorki
Viajhí! Filme com muita identidade, eterna Helena Ignez marginal e suas frases filosóficas de sabedoria popular. Amada <3
nem Simone Spoladore e ney matogrosso salvaram esse filme
Problemático, mas encantador.
Sendo sincero, fiquei incomodado inicialmente com a trama esparsa (apesar da abundância de declarações biográficas) e com os números musicais (ótimos, mas que pareciam encheção de lingüiça). Mas a situação titular cantada pelo Dan Nakagawa foi maravilhosa: "nós somos todos gays - e exibicionistas!". hahahaha - maravilhoso!
Lamento que o extraordinário e extenso elenco tenha sido sub-aproveitado, mas o filme possui caráter marginal e se justifica muito bem internamente, por mais que, às vezes, estas justificativas beirem o pleonasmo (vide o sobejo de menções ao cinema sganzerliano e a crítica lida sobre a peça original do Maksím Górki). Mas é tudo tão curto, tão ejaculatório, que não tem como: o filme dá lombra, sim, senhor! :) - WPC>