Union Station 1950, no Brasil, Rastro Sangrento. É um filme mediano, dentro do que se propõe ele é competente, assim como o elenco.
O destaque maior fica com William Holden como Calhoun. Ele é o único rosto conhecido pra mim no elenco e, mesmo assim, se eu não tivesse visto o nome antes, dificilmente teria reconhecido. O filme carece de personagens mais carismáticos. Tanto os mocinhos quanto os vilões são medianos, como o próprio filme: não estão mal, mas também não têm aquele apelo que faz a gente se importar ou torcer por eles. Isso vale também para o elenco feminino. Inspetor Donnelly (Barry Fitzgerald) parece ser um personagem interessante, acho que merecia mais tempo de tela e maior desenvolvimento.
Algumas coisas me incomodaram. Joyce (Nancy Olson), por exemplo, desde o começo do filme fica o tempo todo correndo perigo e participando de perto da investigação, inclusive com cenas arriscadas dentro da estação.
O grande problema desse filme pra mim é a falta de rostos conhecidos (pelo menos pra mim). Todos os atores são bem padrão
e tem uma cena específica em que um bandido e um policial estão juntos. Joyce diz que ele está apoiado na coluna, mas ambos estão, e eu não conseguia distinguir um do outro até um deles tomar uma atitude.
No geral, é um policial noir razoável, cumpre o papel, mas não tem nada que realmente marque ou eleve o nível.
Rudolph Maté parece que gasta 60 minutos com uma trama dispendiosa e enfadonha para nos últimos 20 começar uma perseguição que exige muito de sua mise-en-scène e que usufrui do melhor da fotografia em preto e branco de Daniel L. Fapp.
Union Station 1950, no Brasil, Rastro Sangrento. É um filme mediano, dentro do que se propõe ele é competente, assim como o elenco.
O destaque maior fica com William Holden como Calhoun. Ele é o único rosto conhecido pra mim no elenco e, mesmo assim, se eu não tivesse visto o nome antes, dificilmente teria reconhecido. O filme carece de personagens mais carismáticos. Tanto os mocinhos quanto os vilões são medianos, como o próprio filme: não estão mal, mas também não têm aquele apelo que faz a gente se importar ou torcer por eles. Isso vale também para o elenco feminino. Inspetor Donnelly (Barry Fitzgerald) parece ser um personagem interessante, acho que merecia mais tempo de tela e maior desenvolvimento.
Algumas coisas me incomodaram. Joyce (Nancy Olson), por exemplo, desde o começo do filme fica o tempo todo correndo perigo e participando de perto da investigação, inclusive com cenas arriscadas dentro da estação.
O grande problema desse filme pra mim é a falta de rostos conhecidos (pelo menos pra mim). Todos os atores são bem padrão
e tem uma cena específica em que um bandido e um policial estão juntos. Joyce diz que ele está apoiado na coluna, mas ambos estão, e eu não conseguia distinguir um do outro até um deles tomar uma atitude.
No geral, é um policial noir razoável, cumpre o papel, mas não tem nada que realmente marque ou eleve o nível.
Assistido em 20/07/2026
Bacaninha.
Rudolph Maté parece que gasta 60 minutos com uma trama dispendiosa e enfadonha para nos últimos 20 começar uma perseguição que exige muito de sua mise-en-scène e que usufrui do melhor da fotografia em preto e branco de Daniel L. Fapp.
william holden é péssimo em tudo