O segundo destrói tudo: troca elenco, muda o tom, ignora a história e transforma arte marcial em ginástica de shopping in the jungle, as paredes balançam (a lá Ed Wood), mas todo mundo aqui (a princípio maioria sem carisma algum) tá dando a alma pro projeto, é lindo e engraçado de acompanhar. Um lado positivo forte é o fato dos personagens principais serem cervejeiros assumidos! Ainda tem luta com cordas, trocas abruptas de câmeras (de uma barata para outra mais barata ainda), arco e flecha com granada, gente sendo dividida no meio, me diverti pra cacildes. É o perfeito caos dos anos 80: suor, sintetizador, e um moralismo que tenta parecer filosófico enquanto dublês dão mortais e gritos gratuitos. É tão ingênuo que se torna corajoso, tão exagerado que atinge a glória do entretenimento puro.
Mais violento e exagerado que o primeiro. Contém cenas interessantes como a dos monges de cordas e a da cachoeira porém outras de mau gosto. A Tailândia no filme é resumida em coisas trash, como guerra, prostituição, violência, sopa de cobras. Para mim valeu penas cenas de pancadaria bem coreografadas.
É certo que esse filme não tem ligação nenhuma com o primeiro, porém não deixa de ser divertido, dei quatro estrelas porque gostei de algumas lutas e dos certos momentos em que mais parecia que eu estava assistindo Braddock.
O que faltou no filme foi mais lutas e menos tiros e explosões, não é que eu não curta filmes assim mas é que não é necessário tudo isso em um filme que deveria ser de artes marciais.
O que mais contribui para o filme ser bom foi sem dúvidas o elenco, nele temos Loren Avedon, Cynthia Rothrock (de Leis Marciais) e o excelente Matthias Hues (de Caçador de Kickboxer) interpretando o vilão do filme.
Filme ok, nada de grande ou muito bom
O segundo destrói tudo: troca elenco, muda o tom, ignora a história e transforma arte marcial em ginástica de shopping in the jungle, as paredes balançam (a lá Ed Wood), mas todo mundo aqui (a princípio maioria sem carisma algum) tá dando a alma pro projeto, é lindo e engraçado de acompanhar. Um lado positivo forte é o fato dos personagens principais serem cervejeiros assumidos! Ainda tem luta com cordas, trocas abruptas de câmeras (de uma barata para outra mais barata ainda), arco e flecha com granada, gente sendo dividida no meio, me diverti pra cacildes. É o perfeito caos dos anos 80: suor, sintetizador, e um moralismo que tenta parecer filosófico enquanto dublês dão mortais e gritos gratuitos. É tão ingênuo que se torna corajoso, tão exagerado que atinge a glória do entretenimento puro.
Ainda não acredito que a loirinha Cynthia morre, que sacanagem. 😢
28/02/2025
assistivel
Mais violento e exagerado que o primeiro. Contém cenas interessantes como a dos monges de cordas e a da cachoeira porém outras de mau gosto. A Tailândia no filme é resumida em coisas trash, como guerra, prostituição, violência, sopa de cobras.
Para mim valeu penas cenas de pancadaria bem coreografadas.
É certo que esse filme não tem ligação nenhuma com o primeiro, porém não deixa de ser divertido, dei quatro estrelas porque gostei de algumas lutas e dos certos momentos em que mais parecia que eu estava assistindo Braddock.
O que faltou no filme foi mais lutas e menos tiros e explosões, não é que eu não curta filmes assim mas é que não é necessário tudo isso em um filme que deveria ser de artes marciais.
O que mais contribui para o filme ser bom foi sem dúvidas o elenco, nele temos Loren Avedon, Cynthia Rothrock (de Leis Marciais) e o excelente Matthias Hues (de Caçador de Kickboxer) interpretando o vilão do filme.