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Steve e a bela Judy, dois presidiários se apaixonam, e decidem se reencontrar quando suas sentenças forem concluídas. Ele sai antes, mas deixa a certeza de sua paixão, e que vai esperá-la. Steve vai para uma cidade pequena, onde mora sua mãe e irmã, mas ninguém sabe do passado dele. A ameaça está em um vendedor desonesto que conhece o passado de Judy, e ameaça revelar tudo, caso Steve se recuse a participar de um crime. Quando dois amigos deles tomam conhecimento do fato, orquestram um plano para ajudá-los - embora os dois homens ainda estejam atrás das grades.
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Comédia dramática policial pré-Código em preto e branco da Fox Film Corporation que teve uma refilmagem: Erros da juventude (38). Este foi o único filme em que Humphrey Bogart (1899-1957) e Spencer Tracy (1900-1967) coestrelaram. Embora Tracy e Bogart fossem bons amigos, nunca apareceram juntos em outro filme, já que Bogart esteve vinculado a um contrato com a Warner Bros. durante grande parte de sua carreira, enquanto Tracy esteve vinculado primeiro à Fox e depois (o mais famoso) à MGM.
O 1° longa-metragem de Humphrey Bogart. Estréia em longa-metragem de Spencer Tracy no cinema. Último papel cinematográfico da veterana atriz Edythe Chapman (1863-1948). Último filme da atriz Maryon Aye (1903-1951). Estreia de Althea Henley (1911-1996). Este foi o 1° filme de John Ford (1894-1973) em que Spencer Tracy apareceu: a 2° colaboração aconteceu 3 décadas depois, quando Tracy estrelou O último hurra (58), de Ford..
Filmes de comédia satírica sobre prisões, com atuações e histórias nem tão pouco encantadoras. O filme fez sucesso com o público na época da Grande Depressão, embora os críticos o tenham detonado. A cena estendida de 'vaudeville' é um tanto aleatória, mas me lembra Renoir em sua afinidade com o teatro. O que salva o filme são as boas músicas tocadas.
Filme de Prisão/Drama Romântico que infelizmente é um trabalho menor do mestre Ford , com humor bem datado e ritmo irregular
,além do final anti-climax.
Quando, em 1930, por ocasião do lançamento do filme "Rio Acima", reunindo os astros Humphrey Bogart e Spencer Tracy, com o diretor John Ford, ninguém apostaria que ali, estariam três profissionais que se tornariam ícones da indústria do entretenimento, anos mais tarde. Mas, com certeza, não por causa deste filme, sofrível, lamentável, praticamente amador, com um roteiro surreal e performances caricatas, principalmente do elenco de apoio. Aqui vai duas e meia estrelas pelas estreias na tela grande dos dois protagonistas (in memorian).
Começou muito bem até, mas a história vai decaindo ao longo da duração. Dá pra perceber que o filme faz parte dos primeiros "talkies", pois lembra demais os filmes mudos.
Olha, o filme é meio sem propósito e envelheceu muito mal, mas tem várias cenas divertidas e dois futuros astros em ótimas atuações. Inclusive, acho que esse foi o Bogart mais gentil que já vi em tela.
Carregadíssimo de influência da silent era.