A cantora de funk do momento Mileny se envolve com o violinista Dante. Eles enfrentam uma prova de fogo no primeiro Natal juntos, com suas famílias de universos muito distintos.
Um casal fofo e lindo, sou apaixonada pela Clara Moneke, que guria linda e talentosa, mas o filme começou um tanto vergonha alheia, embora fofo, um exagero constrangedor, mas com o advento da família antagônica do casal, gerou um embate divertido, cheio debates entre verdades, ironias e preconceito, embora clichê, mas adorável e aconchegante, o trio Taís Araújo, Paulo Tiefenthaler e Vilma Melo deliciosamente hilário, e ainda me arrancou algumas lágrimas, lindo… Macarronese, icônica…
Por mais que tenha os clichês inerentes à época natalina, acredito que o grande trunfo de "Ritmo de Natal" é peitar os estereótipos com famílias negras, bem-sucedidas, retintas, e que fogem daquele conceito do "sofrimento da população preta no natal". Foi uma diversão serena. eu diria. O filme não aposta da comédia papelão (mais um trunfo) e embarca em uma jornada que traz camadas, entrelinhas, silêncios. É um diferencial. A minha questão é só que faltou aquele "toque cinematográfico", sabe; um tempero que não sei explicar, mas senti. Sabe quando você come algo que é excelente, mas sente que faltou um toque de alguma coisa ali para que ela ficasse divina? Esse é o meu ponto. Mesmo assim, "Ritmo de natal" ganha pelos seus diferenciais e por trazer uma mensagem óbvia, mas esquecida hoje em dia: estamos todos juntos, vestidos com nossas diferenças e precisamos baixar as máscaras e respeitar os outros.
Último filme de Natal do meu 2023 e eu achei realmente divertido, porém tenho algumas ressalvas. Embora seja um roteiro tipicamente brasileiro achei que faltou clima de Natal, e a história é tudo menos natalina, não tem a magia da data. Em contrapartida temos um elenco bem competente como Clara Moneke que se mostra um talento nato desde a novela "Vai na Fé" e a sempre ótima Tais Araújo. No fim das contas é uma comédia romântica com alguns momentos engraçados e uma pitada ou outra de Natal.
Um casal fofo e lindo, sou apaixonada pela Clara Moneke, que guria linda e talentosa, mas o filme começou um tanto vergonha alheia, embora fofo, um exagero constrangedor, mas com o advento da família antagônica do casal, gerou um embate divertido, cheio debates entre verdades, ironias e preconceito, embora clichê, mas adorável e aconchegante, o trio Taís Araújo, Paulo Tiefenthaler e Vilma Melo deliciosamente hilário, e ainda me arrancou algumas lágrimas, lindo…
Macarronese, icônica…
Legalzin
Por mais que tenha os clichês inerentes à época natalina, acredito que o grande trunfo de "Ritmo de Natal" é peitar os estereótipos com famílias negras, bem-sucedidas, retintas, e que fogem daquele conceito do "sofrimento da população preta no natal". Foi uma diversão serena. eu diria. O filme não aposta da comédia papelão (mais um trunfo) e embarca em uma jornada que traz camadas, entrelinhas, silêncios. É um diferencial. A minha questão é só que faltou aquele "toque cinematográfico", sabe; um tempero que não sei explicar, mas senti. Sabe quando você come algo que é excelente, mas sente que faltou um toque de alguma coisa ali para que ela ficasse divina? Esse é o meu ponto. Mesmo assim, "Ritmo de natal" ganha pelos seus diferenciais e por trazer uma mensagem óbvia, mas esquecida hoje em dia: estamos todos juntos, vestidos com nossas diferenças e precisamos baixar as máscaras e respeitar os outros.
clichezão de natal mas com o molho que só o brasileiro tem. é divertido e cumpre o papel de um bom passatempo!
Último filme de Natal do meu 2023 e eu achei realmente divertido, porém tenho algumas ressalvas. Embora seja um roteiro tipicamente brasileiro achei que faltou clima de Natal, e a história é tudo menos natalina, não tem a magia da data. Em contrapartida temos um elenco bem competente como Clara Moneke que se mostra um talento nato desde a novela "Vai na Fé" e a sempre ótima Tais Araújo. No fim das contas é uma comédia romântica com alguns momentos engraçados e uma pitada ou outra de Natal.