São inúmeras sequências irresistíveis aqui.Fellini homenageia tudo que tem direito.Desde o cinema,até a bela cidade título.Não temos um dos grandes trabalhos do diretor,mas ainda assim,memorável.
Co-produção ítalo-francesa em Technicolor da Ultra Film e Les Productions Artistes Associes, que no Globo de Ouro foi indicado a melhor filme estrangeiro; no BAFTA, foi nomeado a melhor direção de arte. É uma comédia dramática semiautobiográfica em que o diretor Federico Fellini (1920-1993) retrata poeticamente a cidade de Roma e suas principais características.
Foi a 1° aparição no cinema de Cassandra Peterson, mais conhecida como Elvira, A Rainha das trevas (88). Último filme de Anna Magnani (1908-1973). No meio do filme, na cena ao ar livre onde o homem mais velho se queixa da degradação da cultura romana, podemos ver Fellini interpretando a si mesmo, cercado por estudantes universitários italianos e membros da equipe de filmagem.
Neste filme, cenas "metacinematográficas" da própria filmagem — não há ligação narrativa, e o estilo vai do lirismo à sátira, do nostálgico ao truculento, sem solução de continuidade. Um filme sem roteiro em que há imagens paralelas que entram e saem de qualquer jeito. Uma fantasia - e às vezes ultrajante - que revela a face completa da amada Roma de Fellini. Não é só sobre Roma, é sobre céu e inferno, é arte, liberdade, poesia, ironia, coragem, imaginação, observação profunda, psicologia, política... e humor! Não há dúvida de que este é Fellini com suas mulheres feias absurdamente peitudas e fantasmagoria urbana. No entanto, como filme, é muito desarticulado e o ritmo deliberadamente irregular. Surreal e engraçado, tem que ser muito "felliniano" pra gostar do filme.
São inúmeras sequências irresistíveis aqui.Fellini homenageia tudo que tem direito.Desde o cinema,até a bela cidade título.Não temos um dos grandes trabalhos do diretor,mas ainda assim,memorável.
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Co-produção ítalo-francesa em Technicolor da Ultra Film e Les Productions Artistes Associes, que no Globo de Ouro foi indicado a melhor filme estrangeiro; no BAFTA, foi nomeado a melhor direção de arte. É uma comédia dramática semiautobiográfica em que o diretor Federico Fellini (1920-1993) retrata poeticamente a cidade de Roma e suas principais características.
Foi a 1° aparição no cinema de Cassandra Peterson, mais conhecida como Elvira, A Rainha das trevas (88). Último filme de Anna Magnani (1908-1973). No meio do filme, na cena ao ar livre onde o homem mais velho se queixa da degradação da cultura romana, podemos ver Fellini interpretando a si mesmo, cercado por estudantes universitários italianos e membros da equipe de filmagem.
Neste filme, cenas "metacinematográficas" da própria filmagem — não há ligação narrativa, e o estilo vai do lirismo à sátira, do nostálgico ao truculento, sem solução de continuidade. Um filme sem roteiro em que há imagens paralelas que entram e saem de qualquer jeito. Uma fantasia - e às vezes ultrajante - que revela a face completa da amada Roma de Fellini. Não é só sobre Roma, é sobre céu e inferno, é arte, liberdade, poesia, ironia, coragem, imaginação, observação profunda, psicologia, política... e humor! Não há dúvida de que este é Fellini com suas mulheres feias absurdamente peitudas e fantasmagoria urbana. No entanto, como filme, é muito desarticulado e o ritmo deliberadamente irregular. Surreal e engraçado, tem que ser muito "felliniano" pra gostar do filme.
a moda sacerdotal
Roma vista de uma forma excentricamente única!