Em Nova York, Ruth (Diane Keaton) e Alex (Morgan Freeman), juntos há décadas, decidem vender o apartamento onde sempre viveram no Brooklyn e irem para um outro lugar. Eles apenas não imaginam a quantidade de problemas que vão encontrar nas negociações para se desfazer do imóvel que compraram na década de 1970.
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Ruth & Alex. Direção Richard Loncraine. O filme se resume na venda de um apartamento onde um casal de idosos moram mais de 40 anos. Durante a Open house aparecem os compradores mais excêntricos e mal educados, juntando tudo isso ainda tem a cachorrinha do casal internada com sérios problemas de saúde. O casal além dos visitantes indigesto tem um terrorista solta na cidade e cada minuto tem notícia na TV do suposto terrorista. O filme aborda a especulação imobiliária, o etarismo de achar que o idoso é incapaz. Morgan Freeman e Diane Keaton dão um show de interpretação. Bom filme, sensível.
A trama é basicamente sobre nada, mostrando preocupações banais de um casal de idosos de classe média. Como por exemplo um tratamento de um cachorro doente que custaria 10 mil dólares, uma "ameaça terrorista" aleatória na cidade e o grande dilema envolvendo uma mudança frustrada do apartamento de 1 milhão de dólares, apenas pelo incômodo do velho em não conseguir mais subir escadas...
Apesar dessa total falta de relevância do roteiro é um filme que prende a atenção, talvez pela dinâmica entre Morgan Freeman e Diane Keaton em cena. Mas é um roteiro muito fraco que acaba deixando a impressão de desperdício de um elenco desses.
De qualquer forma é uma história que pode se conectar com o público mais velho que busca um filme mais intimista e nostálgico.
Gostosinho pra passar o tempo.
A vida de corretor não é fácil.
A obra é daquelas que não se tem muita coisa, é só o cotidiano de quanto é duro envelhecer, nota as mudanças, que o tempo parece adaptar as novas diretrizes do mundo, dos jovens, das modas e o que vem com ela.
Ate perceber que o tempo somos nós que controlamos, adaptamos e coordenamos, que não precisa ser um problema, levamos ate onde dá. Em paralelo tem uma sub historia de xenofobia com um jovem mulçumano, pós 11 de setembro e tudo que trouxe ou potencializou.
Parafraseando o que escreveram em uma critica, meu veio, como é burocrático comprar um apartamento em NY .