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Data de lançamento
24 Abril 1942Duração
O excitante thriller do tempo de guerra, realizado por Alfred Hitchcock em 1942, estrelando Robert Cummings no papel de operário de uma fábrica de aviões de Los Angeles que testemunha o bombardeamento da fábrica por um agente Nazista. Durante a mortífera explosão, o melhor amigo de Cummings morre e ele próprio é erroneamente acusado de sabotagem. Para limpar o seu nome, Cummings inicia uma inexorável perseguição através do país que o leva de Boulder Dam ao Radio City Music Hall, em Nova Iorque e, finalmente, a um perigoso confronto no topo da Estátua da Liberdade. O primeiro filme de Hitchcock com um elenco totalmente norte-americano, desenrola-se a uma velocidade alucinante até atingir um clímax de arrepiar, criando uma excitante obra de artes do suspense.
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O filme tem um bom ritmo a tensão vai crescendo até o final. Mas por alguma razão, talvez um corte muito grande na edição, toda a questão da fuga desaparece da trama e tudo se encaixa para o Kane sem explicação. 23/02/2026
Bom. Achei q foi piorando com o desenrolar.
Tem Alguns Spoilers...
Thriller, suspense e uma perseguição das boas! "Sabotador", mostra o desespero de um homem comum, acusado por um atentado que ele não cometeu.
Dirigido por Alfred Hitchcock, lançado em 1942, em plena Segunda Guerra Mundial. O filme conta a história de Barry Kane (Robert Cummings), um operário de uma fábrica injustamente acusado de sabotagem após um incêndio criminoso que mata seu melhor amigo.
Sem ter o que fazer, ele vai atrás do suspeito, o infame Fry (Norman Lloyd) até onde Jude lost his boots, numa jornada perigosa, onde ele encontra pessoas poderosas pro trás dos crimes. Preso ele consegue escapar, indo parar numa cabana no meio da floresta, num frio da porra, onde ele é acolhido, ou quase que aguardado pelo Tio Phillip, um senhor solitário e cego que vive no local.
Pedido para ele se esconder da chuva, o bondoso senhor, oferece roupa, lareira e comida na mesa, mas Barry escondia que estava algemado. Depois de tocar um piano pro fugitivo um carro para na porta e eis que surge Patricia (Priscilla Lane), que logo vê suas algemas, mas é interrompidas pelas palavras do seu tio.
Acho que o Hitchcock, foi um dos percursores do "Tio Joe" dos anos 80! Tio Phillip é cego, acolhedor, com sorriso bondoso, jantar pronto, pastor alemão, com a língua pra foram num ré ré ré feliz, numa trilha bíblica. o véio é quase um profeta, praticamente o Espirito Santo, e obriga a sobrinha a soltar o o rapaz com dizendo frases de folheto de testemunha de Jeová, numa trilha sonora de filmes bíblicos...
"O Sr. Mason pode ser muitas coisas, mas perigoso é que não é",
"O meu dever como cidadão americano é achar um homem inocente até provarem o contrário"
"Vá, Barry. Vá, e faça todas as coisas que eu desejava poder fazer"
"Boa sorte, Barry, e pelo amor de Deus volte a tocar triângulos"
Esse personagem é uma mão na roda! Que herói passa passa perigo com um homem desse ajudando? kkkk...
O que segue é incrível! A mina desobedece o Espirito Santo, prede o rapaz no volante, pede ajuda, foge mas ele captura, depois eles ficam juntinhos, ela tenta fugir de novo, até que se escondem num caminhão de um comboio de circo, onde personagens icônicos em cenas clássicas saltam os nossos olhos, com clichês lindos de personagens circenses, num açúcar lindo, fazendo que o romance dos dois saltem no ar...
Até que o casal acaba encontrando o endereço no meio do nada, um local onde os ricos e poderosos, escondiam seus planos. Tudo isso em cenas tensas de Indiana Jones, onde a dupla ganhou meu coração! Metendo o loco, Mason assume sem querer fazer pare do grupo deles, fazendo mó cena, ate ser levado para QG dos vagamundos, mas sem sua garota.
Chegando no local, ele encontra a nata do dinheiro, numa baita mansão, onde a anfitriã e uma senhora conhecida e respeitada, onde ele reencontra Patricia, mas também o homem que ele descobriu ser um dos lideres dos terroristas, o senhor Tobin (Otto Kruger Charles), a versão anticristo do Espirito Santo Tio Phillip.
As cenas que seguem são sensacionais, dignas dos melhores filmes do 007, onde o casal tenta fugir de um baile de gala, disfarçando dançando do salão, procurando uma forma de fugir, mas sendo impedidos por seguranças, mas ameaçando de revelar a identidade do grupo e seus crimes. Sendo impedidos de fugir, Patricia é levada, mas ele consegue fugir descobrindo os planos do ataque do grupo, reencontrando Fry, lutando com ele e conseguindo impedir um novo atentado.
O bicho foge, com direito a tiroteio no cinema, corre corre nas ruas, mas coma a Paty vai atrás dele, também escapando do grupo de forma linda! O desfecho do filme, ocorre na sequencia incrível na Estatua da Liberdade, onde a cenas do Barry lutando com o Fry, e depois tentando salva-lo da queda na tocha, foram uma das cenas mais marcantes da carreira do diretor, que pela primeira vez que o nome de Alfred Hitchcock apareceu antes do título do filme.
A produção é incrível, as locações levam a gente pra longe, numa aventura road movie gringa, que me lembrou muita coisa oitentista. A direção do Hitchcock é ótima, ele consegue transformar Barry , num herói por acaso, que por fibra moral tenta descobrir a verdade, mas provando sua inocência. A fotografia é genial, as imagens são belíssimas, com as cenas externas da Estatua da Liberdade, se eternizando no cinema.
clássico da eapionagem.
P.S.A cena do terno do Fry rasgando é uma angustia só... “Kaaaaaaaaaaaaannnne…..”
um espião, uma conspiração terrorista e uma paixão proibida.
primeiro: adorei esse visual mafiosos à là Poderoso Chefão, apesar dos envolvidos não serem tão inteligentes quanto um integrante da máfia.
segundo: mentira tem perna curta. na hora que o cara com um emprego pobríssimo convidou para comer num restaurante caro, ainda por cima sendo reconhecido pelo garçom... se a mulher não suspeitou ali, te falar viu.
terceiro: a inocência da mulher e da criança é cômica, mas o que esperar do Hitchcock...
quando vi a a criança nesse trem, não só com um filme altamente inflamável como uma BOMBA no pacote, ao lado de uma idosa e um cachorro...
ele adora criar uma tensão nos momentos críticos, como
no Festim Diabólico a cena que a empregada vai retirando tudo de cima do baú e aqui o tique taque do relógio enquanto o menino se atrasa até a bomba explodir.
uma fórmula bem marcada: ruim para quem odeia spoilers e certamente fica à espera do clímax, bom para quem aprecia pelo mesmo motivo (como eu).
visto em 22/10/2024
Alegria e êxtase de poder assistir a O SABOTADOR de Alfred Hitchcock, filme este tão mal avaliado por crítica e público. Tem muitos bons momentos; a começar pelo início tramático onde jovem operário de fábrica é acusado injustamente e misteriosamente por um crime que não cometeu. Como de praxe em suas tramas o mocinho corre em busca da verdade. Há muitos personagens interessantes como o pianista cego; o pessoal circense que emula a bondade do coração humano, e claro, a habitual mocinha apaixonada de bom coração. A trama ao longo do filme se revela que por trás de um acidente que foi provocado intencionalmente está poderosos e afortunados envolvidos numa 'lob' político e jogo de interesse (mais atualíssimo impossível, e isto nunca mudou ou mudará na política e no mundo).
As cenas da fuga do protagonista algemado é ótima. E o desfecho na estátua da liberdade é antológica!
Até que enfim eu vi esta obra do mestre Alfred Hitchcock gostando muito do resultado e dos efeitos visuais da época de sua realização, tão malquista por crítica e público.