A Galiléia se encontra sob o despótico mandato do rei Herodes, cuja corte é uma orgia de corrupção e injustiça. Um punhado de seguidores de Jesus, com João Batista na frente, parecem ser os únicos dispostos a denunciar e combater a corrupção generalizada. Salomé (Rita Hayworth) é enviada à Galiléia para viver com seu impopular padrasto, o Rei Herodes. Quando Herodías (Judith Anderson) pede a cabeça do profeta João Batista (Alan Badel), Herodes, temeroso da revolta popular que pode provocar se prender João, rejeita a petição de sua esposa. Então, ela utilizará sua filha Salomé, que mantém um romance secreto com Cláudio (Stewart Granger), um discípulo do Batista, para dançar ante Herodes a dança dos sete véus se ele aceder à petição da rainha.
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Pra época até foi um baita filme, mas envelheceu mal, mas tem alguns bons momentos, destaque sempre Rita Hayworth como destaque, mas o figurino é fraco e o roteiro em alguns momentos é confuso, mas por ser um clássico, darei as duas estrelas.
Visto em 04/12/2023.
As cenas bíblicas são boas, e curti esse João e os figurinos, mas o filme é fraco e esse roteiro poderia ser melhor trabalhado. Rita é a melhor coisa do filme.
Nem a Deusa Hollywoodiana Rita Hayworth salva este filme do marasmo. Pouca coisa funcionou para mim neste filme. Talvez uma revisão posterior (bem adiante mesmo) mudará minha opinião.
Só Ritinha salva esse filme. Belíssima e sexy sem ser vulgar. Mas o roteiro é broxante.
Visto em 01/04/23
Não costumo gostar de contos bíblicos por diversos motivos que não cabe citar aqui, mas a história é interessante sim. Infelizmente, não foi tão bem trabalhada. Por vezes, o roteiro faz parecer que estamos assistindo a uma peça educacional, e a montagem colabora com essa sensação em certas transições de cenas. Assim, tem muita coisa pra relevar, mas não me arrependo de assistir ao filme.
A produção também tem pontos positivos, como o figurino, a fotografia e o elenco. Claro que eu assisti por causa da Rita Hayworth, como a maioria. Uma pena que suavizaram a Salomé para ela não interpretar uma personagem controversa (Código Hays foi uma miséria), mas vez ou outra Rita nos lembra porque ela, e não outra atriz, está interpretando a personagem.