Os irmãos Ginetta são mafiosos que se reencontram na Sicília depois que Frank, o primogênito, foge dos Estados Unidos para escapar de assassinos. Vince, o caçula relembra os motivos que o levaram a entrar para o negócio da família.
Tenho vaga lembrança deste drama de máfia dirigido por Martin Ritt, de modo que, o vi sendo exibido nos primórdios da TV Bandeirantes na década de 80. Revendo hoje, achei, SANGUE DE IRMÃOS, um filme mediano em sua feitura no geral. E os dramas e dilemas retratados de uma família de mafiosos nesta obra, anterior a poderosa saga de O Poderoso Chefão, acaba sendo bem raquítica. Mas Kirk Douglas (o melhor do elenco) garante a audiência pelo ator que foi. Irene Papas surge com um papel secundário e pouco explorado. E Alex Cord, definitivamente, não convence como irmão mais novo que entra na máfia. E a direção de Martin Ritt não passa do convencional, aliás, já vez filmes bem melhores que este. Vale como curiosidade.
Drama policial em Technicolor da Brotherhood Company e Paramount Pictures também conhecido como "A irmandade". O astro Kirk Douglas (1916-2020) foi o produtor do filme, função que teve em outras 29 produções que participou.
Quando este filme foi lançado, não foi muito bem nas bilheterias. Como resultado, os estúdios relutavam em fazer mais estórias de crime organizado. O fracasso desse longa quase convenceu a Paramount a não fazer O poderoso chefão (72). Estréia no cinema de Barry Primus. Alex Cord (1933-2021) não precisou fazer um teste para seu papel como Vince Ginetta.
O dinamismo de Douglas era de um anacronismo cômico, vibrante e finalmente patético. O roteiro de Lewis John Carlino (1932-2020) incluiu muitos dos elementos que ganhariam status lendário após o lançamento de "O poderoso chefão", incluindo o temido "beijo da morte". Um drama mafioso deliberado e predominantemente discreto que é, em sua maior parte, desprovido de elementos convincentes e insinuantes. Martin Ritt (1914-1990) já teve filmes muito melhores em sua carreira.
Douglas é um bom e versátil ator, mas o excesso de teatralidade de suas atuações já não agradava, nos naturalistas anos 60, em plena nova Hollywood. Apesar disso, pouca coisa funciona nesse melodrama entre irmãos. Cord é muito canastrão, e a Papas, que lembra muito a atriz brasileira Glória Pires, é apenas uma figurante. A direção pouco inspirada do Ritt acaba sepultando qualquer expectativa.
Tenho vaga lembrança deste drama de máfia dirigido por Martin Ritt, de modo que, o vi sendo exibido nos primórdios da TV Bandeirantes na década de 80.
Revendo hoje, achei, SANGUE DE IRMÃOS, um filme mediano em sua feitura no geral. E os dramas e dilemas retratados de uma família de mafiosos nesta obra, anterior a poderosa saga de O Poderoso Chefão, acaba sendo bem raquítica. Mas Kirk Douglas (o melhor do elenco) garante a audiência pelo ator que foi. Irene Papas surge com um papel secundário e pouco explorado. E Alex Cord, definitivamente, não convence como irmão mais novo que entra na máfia. E a direção de Martin Ritt não passa do convencional, aliás, já vez filmes bem melhores que este.
Vale como curiosidade.
Drama policial em Technicolor da Brotherhood Company e Paramount Pictures também conhecido como "A irmandade". O astro Kirk Douglas (1916-2020) foi o produtor do filme, função que teve em outras 29 produções que participou.
Quando este filme foi lançado, não foi muito bem nas bilheterias. Como resultado, os estúdios relutavam em fazer mais estórias de crime organizado. O fracasso desse longa quase convenceu a Paramount a não fazer O poderoso chefão (72). Estréia no cinema de Barry Primus. Alex Cord (1933-2021) não precisou fazer um teste para seu papel como Vince Ginetta.
O dinamismo de Douglas era de um anacronismo cômico, vibrante e finalmente patético. O roteiro de Lewis John Carlino (1932-2020) incluiu muitos dos elementos que ganhariam status lendário após o lançamento de "O poderoso chefão", incluindo o temido "beijo da morte". Um drama mafioso deliberado e predominantemente discreto que é, em sua maior parte, desprovido de elementos convincentes e insinuantes. Martin Ritt (1914-1990) já teve filmes muito melhores em sua carreira.
Douglas é um bom e versátil ator, mas o excesso de teatralidade de suas atuações já não agradava, nos naturalistas anos 60, em plena nova Hollywood. Apesar disso, pouca coisa funciona nesse melodrama entre irmãos. Cord é muito canastrão, e a Papas, que lembra muito a atriz brasileira Glória Pires, é apenas uma figurante. A direção pouco inspirada do Ritt acaba sepultando qualquer expectativa.
Antecessor de Godfather com todos os ingredientes possíveis e o grande Kirk Douglas , imperdível.
22/08/2017
bom filme
ótimo final