Após a sua mãe ser humilhada e abandonada pelo patrão, Ivan Greer, a jovem e maliciosa Violet infiltra-se na mansão da família decidida a vingar-se do passado e a usar todas as armas para seduzir Greer e arruinar toda a sua família.
Este foi o único da franquia que assisti no áudio original em inglês e legendado — nem sei se existe uma versão dublada.
Jaime Pressly é uma das atrizes mais bonitas e sexy do final dos anos 90 e início dos 2000, isso nem é uma opinião, é um fato. Em apenas seu segundo trabalho como atriz já está de protagonista interpretando a vilã Violet que é carismática, manipuladora, bonita e sexy. Acertaram bastante no erotismo, as cenas de nudez dela são espetaculares; ela exibe um corpo perfeito e está apaixonante.
Aqui tem um furo grave de roteiro, Violet é irmã caçula da Ivy, mas Ivy não é nome dela era apelido da personagem do primeiro filme, e não seu nome real. Além disso, faltou uma conclusão mais elaborada para a história, deixaram muita coisa em aberto.
Mesmo com falhas no enredo, não é tão ruim quanto dizem. Para mim, é o melhor da franquia. É um filme assistível como entretenimento.
Ranking:
6.1/100=(Poison Ivy 3) Relação Indecente 3 - A Nova Sedução/Sedução e Vingança (1997)
6.0/100=(Poison Ivy 1) Relação Indecente (1992)
5.0/100=(Poison Ivy 2) Relação Indecente 2/Instinto Sedutor (1996)
4.0/100=(Poison Ivy 4) Relação Indecente - A Sociedade Secreta (2008)
A beleza feminina celebrada sem culpa. Uma mulher que usava sua sexualidade como arma para destruir homens fracos
A obra compreende perfeitamente sua função e seu público. Ela entrega, sem pretensões artísticas, a cota de erotismo, suspense e melodrama que a fórmula exige
Jaime Pressly, um luxo (a femme fatale como força da natureza). Exala uma confiança e um carisma predatório que elevam o material
Esse é o tipo de cine privê com mais orçamento, uma assistida pra ver qual é tá valendo. Não dei atenção no lançamento mas a internet de hoje facilita pra dar uma conferida sem pagar por locação e arrependimento. Mais um que dá pra dispensar e liberar espaço no pc
Este foi o único da franquia que assisti no áudio original em inglês e legendado — nem sei se existe uma versão dublada.
Jaime Pressly é uma das atrizes mais bonitas e sexy do final dos anos 90 e início dos 2000, isso nem é uma opinião, é um fato. Em apenas seu segundo trabalho como atriz já está de protagonista interpretando a vilã Violet que é carismática, manipuladora, bonita e sexy. Acertaram bastante no erotismo, as cenas de nudez dela são espetaculares; ela exibe um corpo perfeito e está apaixonante.
Aqui tem um furo grave de roteiro, Violet é irmã caçula da Ivy, mas Ivy não é nome dela era apelido da personagem do primeiro filme, e não seu nome real. Além disso, faltou uma conclusão mais elaborada para a história, deixaram muita coisa em aberto.
Mesmo com falhas no enredo, não é tão ruim quanto dizem. Para mim, é o melhor da franquia. É um filme assistível como entretenimento.
Ranking:
6.1/100=(Poison Ivy 3) Relação Indecente 3 - A Nova Sedução/Sedução e Vingança (1997)
6.0/100=(Poison Ivy 1) Relação Indecente (1992)
5.0/100=(Poison Ivy 2) Relação Indecente 2/Instinto Sedutor (1996)
4.0/100=(Poison Ivy 4) Relação Indecente - A Sociedade Secreta (2008)
2 estrelas para Jaime Pressly, o resto não importa muito. É aquele básico filme tipo "Supercine". Mas ela aqui está um arraso fenomenal de beleza.
A beleza feminina celebrada sem culpa. Uma mulher que usava sua sexualidade como arma para destruir homens fracos
A obra compreende perfeitamente sua função e seu público. Ela entrega, sem pretensões artísticas, a cota de erotismo, suspense e melodrama que a fórmula exige
Jaime Pressly, um luxo (a femme fatale como força da natureza). Exala uma confiança e um carisma predatório que elevam o material
Jaime com sua exuberância física usada para representar a corrupção da vontade, distanciando-se do fim último da alma
O diretor Kurt Voss consegue captura a luz do sol brilhante para expor a podridão moral que se esconde por baixo
A Fragilidade da Família. O Poder Destrutivo da Sexualidade Desenfreada.
Uma colagem de clichês e tropos de inúmeros thrillers eróticos que o precederam, sem acrescentar uma única ideia nova à fórmula
A trama se move de um ponto a outro com uma lógica simplista e telegráfica, sacrificando a credibilidade em favor da conveniência narrativa
Violet dá a traição em vez da gratidão.
O filme brilha para os olhos
Esse é o tipo de cine privê com mais orçamento, uma assistida pra ver qual é tá valendo. Não dei atenção no lançamento mas a internet de hoje facilita pra dar uma conferida sem pagar por locação e arrependimento. Mais um que dá pra dispensar e liberar espaço no pc
Um pouco melhor que o segundo mas nada demais
Não vale a pena ver todos mas meu lado masoquista fala mais alto.
11-07-2021