Celestine (Paulette Goddard) é contratada como camareira e decide usar sua beleza para seduzir um homem rico e subir na vida. Mas quando o motorista se apaixona por ela, seus planos podem vir por água abaixo.
Drama baseado no romance de mesmo nome de Octave Mirbeau (1848-1917) e na peça “Le Journal d'une Femme de Chambre”, escrito por André de Lorde, André Heuse e Thielly Nores. Este filme teve outras versões: O diário de uma camareira (64), Célestine... bonne à tout faire (74), Le journal d'une femme de chambre (11) e O diário de Uma camareira (15). Também em sua fase americana, Jean Renoir (1894-1979) continuou interessado no tema das classes sociais. Um exemplo disto, foi essa sua adaptação, escrita e produzida pelo ator Burgess Meredith (1907-1997), então marido de Paulette Godard (1910-1990).
O mestre francês Renoir deixou para trás o firme estilo realista europeu, se moveu na América do Norte em diferentes gêneros e adotou seus códigos para reformulá-los com seu olhar particular. O filme mostra um retrato social excitante, lúcido e desencantado, onde todos os envolvidos estão em uma encenação de imensa elegância. Um filme não tão brilhante como outros do diretor que sintetiza o sério e o cômico. Menos amargamente selvagem que a versão de Luis Buñuel, mas igualmente afiado em sua sátira.
Boa historia, porém, se arrasta demais logo no começo e apresenta sinais de cansaço ao longo da narrativa. Porém, o enredo é bem feito e nos motiva a continuar vendo até o final. Vale mais a pena por causa da atuação de Paulette Goddard (1910-1990).
Envelheceu mal e é cansativo visto hoje em dia, mesmo para fãs de filmes clássicos.
Minha Nossa Senhora do Filme Chato...
Que tortura ver isso... Demorei 4 horas pra ver um filme de 1h27... Visto em 22/10/23
Fraco. Típico melodrama da Hollywood daquela época.
Drama baseado no romance de mesmo nome de Octave Mirbeau (1848-1917) e na peça “Le Journal d'une Femme de Chambre”, escrito por André de Lorde, André Heuse e Thielly Nores. Este filme teve outras versões: O diário de uma camareira (64), Célestine... bonne à tout faire (74), Le journal d'une femme de chambre (11) e O diário de Uma camareira (15). Também em sua fase americana, Jean Renoir (1894-1979) continuou interessado no tema das classes sociais. Um exemplo disto, foi essa sua adaptação, escrita e produzida pelo ator Burgess Meredith (1907-1997), então marido de Paulette Godard (1910-1990).
O mestre francês Renoir deixou para trás o firme estilo realista europeu, se moveu na América do Norte em diferentes gêneros e adotou seus códigos para reformulá-los com seu olhar particular. O filme mostra um retrato social excitante, lúcido e desencantado, onde todos os envolvidos estão em uma encenação de imensa elegância. Um filme não tão brilhante como outros do diretor que sintetiza o sério e o cômico. Menos amargamente selvagem que a versão de Luis Buñuel, mas igualmente afiado em sua sátira.
Boa historia, porém, se arrasta demais logo no começo e apresenta sinais de cansaço ao longo da narrativa. Porém, o enredo é bem feito e nos motiva a continuar vendo até o final. Vale mais a pena por causa da atuação de Paulette Goddard (1910-1990).