Sete estudantes patriotas alemães apresentam-se como voluntários para o serviço militar em plena Primeira Guerra Mundial. Baseado no conto homônimo de Erich Maria Remarque, ''Sem Novidade no Front'' é um filme pacifista, considerado o maior filme anti-guerra de todos os tempos, que mostra a loucura e futilidade da guerra. Mesmo muitos anos após o seu lançamento, continua sendo um tema atual e dominante nos países que sofreram e sofrem com a guerra. Vencedor dos Oscars de melhor filme e direção.
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Forte crítica a guerra e sua ignorância naquele tempo e que reverbera até hoje! Um filme que marcou e influenciou centenas de outros do estilo que viriam depois. Se tornando um modelo de como se faz cinema deste gênero. Exemplo de efeitos especiais, boa direção e atuações apaixonadas e dramáticas! Essencial!
Vi Ontem A noite Entrou Para Minha Lista de Filmes de Guerra Favoritos(A Cruz De Ferro,Apocalipse Now,Platoon), Talvez Diretor e Elenco Nem Faziam Ideia De Que Outra Guerra Mundial ia Começar Nove Anos Anos Depois, Quando A Alemanha Invadiu A Polônia!
Reassistido em 02/08/2026 (via YouTube).
É impressionante como, mesmo após quase um século de existência, este clássico de 1930 se mantém tão vigoroso e irretocável em sua concepção e realização.
"Sem Novidade no Front" não é apenas um grande e poderoso filme de guerra que marcou época; é uma imponente produção digna de Oscar, uma verdadeira aula de cinema e uma obra de arte impactante e atemporal. 🎥🪖🔥
Nota: 5/5 ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
A estupidez da guerra. A imbecilidade humana. A cretinice do discurso político patriota.
Cada vez mais atual em tempos , de crescimento do discurso de ódio.
Triste realidade que leva a reflexão:
O ser humano não vai sossegar enquanto não conseguir se auto-aniquilar.
Ontem à noite, num debate, eu deveria comentar algo sobre este filme. Mas ficava perdendo-me em elogios demorados e reiterados: eu estava fascinado não apenas pelo filme demonstrar-se ainda mais excelente numa revisão, mas por ele funcionar tão bem entre os espectadores de novas gerações. O debate foi incrível, excelentes contribuições foram adicionadas à análise, mas eu quedava impressionado com o quão tecnicamente magistral o filme é, mesmo realizado há quase cem anos. A direção do Lewis Milestone dá alguns passos à frente do que seria a mera artesania hollywoodiana, merecedora de prêmios e afins. Há poesia, há vontade de valorizar a vida, há potência da imagem - e sobretudo do som, utilizado enquanto componente narrativo - neste filmaço. No cotejo com a versão mais nova, ambas cumprem papéis próprios e bem definidos. No que tange à adaptação (fidelíssima) do livro, idem. É um filme adulto, supremamente acabado, bem fotografado, interpretado e roteirizado. Um manifesto em defesa de uma paz cada vez mais abortada, pelos interesses de políticos ou tomadores de decisões que não experimentam aquilo para onde empurram quem quer que esteja sob o seu jugo ideológico. Admito que, nesta minha ode, faço concessões à hipocrisia estadunidense, que condena na Alemanha o que ela própria faz, enquanto nação excludente e colonizadora. Mas, cinematograficamente, o filme atinge um nível de perfeição interna que impressiona-me bastante ainda hoje. Deveria ser objetivo, aqui, ao invés de, mais uma vez, despejar tantos adjetivos? Foi assim que o filme funcionou comigo: saí arrebatado da sessão! (WPC>)