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Sinopse
A vida de Sequin muda quando ele descobre Blue Room (ou Quarto Azul) – uma festa de sexo estritamente anônima e ilimitada – onde um mundo totalmente novo e atraente se desdobra diante dele.
Fez a proeza de deixar 1h20 super longo. Enredo fraquissimo, apela pra o sexo, mas nem isso salva o vazio das atuações e da própria trama em si. A única personagem que escapa é Virgínia.
O filme é lento, confuso e ate vago. Poderia ter sido muito melhor explorada a relação dos personagens. Gostei do final do filme. Passatempo 06.02.2022
Imergi bastante nessa busca vã pelo o que nunca se alcança — ou pelo menos, nunca do modo esperado. Há uma solidão aqui, um desespero, uma angústia diante do não pertencer. Foi intenso, poético e triste. Claro que há todo um aspecto do "adolescente fazendo m*rda", porém, isso seria simplicar o filme. "Sequin in The Blue Room" é sobre todos nós, perdidos na vida feito lantejoulas desprendidas rolando pelo chão da realidade.
Não sei se era a intenção do filme, mas fiquei realmente reflexivo. Acho que foi por conta de ter me identificado de uma forma bem grande ... Na modernidade, por meio de todas as relações líquidas que vivenciamos, acabamos nos "matando" pra tentar alcançar um ideal que ficticiamente acreditamos e almejamos. Sempre sedentos por mais e mais; creio que a fascinação é por sempre estar em busca daquilo que nunca alcançamos. Será que a paixão/amor/aparência platônica é o que nos mantêm com algum ânimo? No entanto, tal busca sempre acaba nos fu&@ndo. E no fim, sempre àqueles que estão por perto e realmente nos querem por perto, acabamos deixando de lado ... Uma reflexão própria: quando passarei a importar, reconhecer e dar valor àqueles que de igual forma me querem bem?
(PS.: estou bebendo; e, de momento, brindo à você, João Victor; uma pessoa esplêndida e que sei que me quer bem. Mas digo que sou um pessoa péssima, e por isso não me merece - ou não mereço você em minha vida).
Fez a proeza de deixar 1h20 super longo. Enredo fraquissimo, apela pra o sexo, mas nem isso salva o vazio das atuações e da própria trama em si. A única personagem que escapa é Virgínia.
O filme é lento, confuso e ate vago. Poderia ter sido muito melhor explorada a relação dos personagens. Gostei do final do filme. Passatempo 06.02.2022
Imergi bastante nessa busca vã pelo o que nunca se alcança — ou pelo menos, nunca do modo esperado. Há uma solidão aqui, um desespero, uma angústia diante do não pertencer. Foi intenso, poético e triste. Claro que há todo um aspecto do "adolescente fazendo m*rda", porém, isso seria simplicar o filme. "Sequin in The Blue Room" é sobre todos nós, perdidos na vida feito lantejoulas desprendidas rolando pelo chão da realidade.
recebeu do próprio veneno quando queria a pessoa novamente, fez merda e levou o que merecia e acabou que se deu bem no final
Não sei se era a intenção do filme, mas fiquei realmente reflexivo. Acho que foi por conta de ter me identificado de uma forma bem grande ...
Na modernidade, por meio de todas as relações líquidas que vivenciamos, acabamos nos "matando" pra tentar alcançar um ideal que ficticiamente acreditamos e almejamos. Sempre sedentos por mais e mais; creio que a fascinação é por sempre estar em busca daquilo que nunca alcançamos. Será que a paixão/amor/aparência platônica é o que nos mantêm com algum ânimo? No entanto, tal busca sempre acaba nos fu&@ndo. E no fim, sempre àqueles que estão por perto e realmente nos querem por perto, acabamos deixando de lado ...
Uma reflexão própria: quando passarei a importar, reconhecer e dar valor àqueles que de igual forma me querem bem?
(PS.: estou bebendo; e, de momento, brindo à você, João Victor; uma pessoa esplêndida e que sei que me quer bem. Mas digo que sou um pessoa péssima, e por isso não me merece - ou não mereço você em minha vida).