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Data de lançamento
22 Set. 1995Duração
Empire Records é uma pequena loja de discos que corre o risco de ser comprada por uma grande rede de lojas, o que roubaria seu charme. Para ajudar o dono do lugar, os empregados precisam achar um jeito de conseguir dinheiro. Ao mesmo tempo, cada um quer resolver seus problemas: Corey quer deixar de ser a menina certinha, Gina quer namorar mais um pouco, A.J. quer se declarar a amada, Mark e sua banda querem aprender a tocar algo que preste, a rebelde Debra raspou o cabelo e, um garoto de 15 anos pretende assaltar a loja. Ao longo do dia, segredos são revelados, amizades postas à prova, erros perdoados. E a música segue rolando, com AC/DC, Gin Blossoms, The Cranberries, Edwyn Collins, The The, Dire Straits e muito mais.
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10 Jul 2026
Legal de certa forma
Vi no catálogo da Netflix e pensei:
- Comédia, apenas 1h30, possibilidade tocar clássicos dos anos 90, Liv Tyler... Não tem como dar errado, né?
Tem. Empire Records é uma coletânea dos personagens mais insuportáveis que qualquer pessoa poderia imaginar. Nenhum deles é minimamente desenvolvido, interessante, engraçado ou carismático. Se a ideia era que ficássemos tristes pelo fechamento da loja, após alguns minutos eu estava torcendo para que todos ficassem desempregados. Do suposto intectual que rouba o caixa da loja à periguete que transa com o ídolo de infância da amiga, ninguém ali faz por merecer a simpatia do público. Já o roteiro nem merece ser comentado, pois ele é inexistente.
A única cena que poderia render alguma coisa interessante, o funeral fake da personagem da Robin Tunney, sabotado o tempo todo por piadinhas sem graça. As minhas piaidinhas e momentos supostamente hilários que fazem 90 minutos parecerem ter a duração de disco triplo.
Ao final, um filme que tinha tudo para alcançar as paradas de sucesso acaba provando que não consegue nem ser um one-hit wonder.
Por anos, disseram-me que este filme validava a sua fama de 'cult', obtida no raiar do século XXI. Nem mesmo o apelo nostálgico funciona, aqui, pois, a despeito do cenário, as canções são exiguamente mencionadas. Pior que isso: as situações são tão imbecilizadas quanto os personagens, estereotipados até a artificialidade, descrença e repúdio empático. É difícil nutrir afeição ou identificação por pessoas tão rasas, cujos pretensos dramas são rapidamente descartados ou convertidos em piadas superficiais. Tadinho do delinqüente vivido por Brendan Sexton III, da virgem renitente interpretada (mecanicamente) por Liv Tyler, da depressiva defendida por Robin Tunney. Nem mesmo a canção-tema de Gin Blossoms engrena. Gosto da participação de Renée Zellweger, mas Anthony LaPaglia está constrangedor. O roteiro é péssimo e a direção é um fiasco. Intragavelmente péssimo! (WPC>)
Tenta ser uma espécie de Clube dos cinco, mas falha. Toda história se passa em um único lugar com situações sem sentido. Quando me dei conta faltava 30 minutos para acabar o filme e parecia que nada tinha avançado.
Divertido de ver mas cansativo de ver!