Os Aso, uma família composta por quatro pessoas, vivem em uma antiga cidade do Japão. A família perpetúa, gerações após gerações, a tradição de fabricar artesanalmente a tinta da China. Um dia, Kei, um dos gêmeos da família, desaparece.
Na revisão, estranhei algo no ritmo, na exigüidade dos diálogos, concernentes a um estilo de vida diferente do nosso, em termos de vivência cotidiana e concentração em pequenos detalhes do dia a dia. A fotografia é linda, é deveras significativo que a própria Naomi Kawase interprete uma mãe protagonista, e a seqüência do desfile é pura sublimidade, daquelas que reconfiguram tudo, que a tudo transformam. Tanto que o estranhamento inicial revelou-se como algo que me fez pensar na urgência da reeducação dos sentidos, enquanto proposta recorrente nesta fase inicial da filmografia da diretora, quando investe em tramas ficionais. Pura novidade, pura adequação/apresentação da radicalidade contemporânea, filme que desafia a cinefilia viciada nas convenções clássicas, obra em prol da vida que pulsa - e que eventualmente some, misteriosamente. Trabalho de gênia! (WPC>)
- arrebatador! com uma aparente simplicidade que é intrinsecamente complexa, te desperta emoções inesperadas - a câmera da diretora, que se locomove pelas cenas como os fantasmas dos parentes que se foram, é um personagem a parte, da um peso essencial para o filme - a cena do festival é maravilhosa! completamente enfeitiçado pela apresentação, todo o sentimento que eles colocam.. quando a chuva começa então, pqp. é a primeira vez que shun sorri, como se tivessem lavado um pouco de sua dor e traumas - e aquele final.. eles correndo desesperados e o parto (que é o real da própria diretora) obra de arte!
as vezes eu acho que so a Kawase entende realmente o que é cinema e que so ela consegue fazer cinema, apesar de saber que isso é injusto c todes es outres cineastas. e incrivel como nesse filme ela diz sobre a circulacao de fantasmas entre as familias, cono que eles sao criados e como é dificil conviver c ele, como as vezes a arte pode expurga-los e como a historia desses fantasmas parece circular(origem,assombracao e morte dos assombrados) mas que essa circulacao e esse esquema n é o destino.muito pelo contrario, existe mt vida apesar deles e ess vida é oq ha de mais bonito
Na revisão, estranhei algo no ritmo, na exigüidade dos diálogos, concernentes a um estilo de vida diferente do nosso, em termos de vivência cotidiana e concentração em pequenos detalhes do dia a dia. A fotografia é linda, é deveras significativo que a própria Naomi Kawase interprete uma mãe protagonista, e a seqüência do desfile é pura sublimidade, daquelas que reconfiguram tudo, que a tudo transformam. Tanto que o estranhamento inicial revelou-se como algo que me fez pensar na urgência da reeducação dos sentidos, enquanto proposta recorrente nesta fase inicial da filmografia da diretora, quando investe em tramas ficionais. Pura novidade, pura adequação/apresentação da radicalidade contemporânea, filme que desafia a cinefilia viciada nas convenções clássicas, obra em prol da vida que pulsa - e que eventualmente some, misteriosamente. Trabalho de gênia! (WPC>)
- arrebatador! com uma aparente simplicidade que é intrinsecamente complexa, te desperta emoções inesperadas
- a câmera da diretora, que se locomove pelas cenas como os fantasmas dos parentes que se foram, é um personagem a parte, da um peso essencial para o filme
- a cena do festival é maravilhosa! completamente enfeitiçado pela apresentação, todo o sentimento que eles colocam.. quando a chuva começa então, pqp. é a primeira vez que shun sorri, como se tivessem lavado um pouco de sua dor e traumas
- e aquele final.. eles correndo desesperados e o parto (que é o real da própria diretora) obra de arte!
esse filme aqui é arte pura!
Onde posso achar?
as vezes eu acho que so a Kawase entende realmente o que é cinema e que so ela consegue fazer cinema, apesar de saber que isso é injusto c todes es outres cineastas. e incrivel como nesse filme ela diz sobre a circulacao de fantasmas entre as familias, cono que eles sao criados e como é dificil conviver c ele, como as vezes a arte pode expurga-los e como a historia desses fantasmas parece circular(origem,assombracao e morte dos assombrados) mas que essa circulacao e esse esquema n é o destino.muito pelo contrario, existe mt vida apesar deles e ess vida é oq ha de mais bonito