Durante a turnê de autógrafos do relançamento de seu romance, Sidonie vai ao Japão com seu editor e descobre as tradições do país. Atormentada há vários anos pelo desaparecimento de seu marido, ela inicia um misterioso relacionamento.
Isabelle Huppert tem o poder de transformar pequenos e singelos filmes em algo grandioso e marcante, ainda mais quando desbrava culturas, tradições e pessoas... como anda fazendo nos seus últimos filmes, aqui ainda teve a parte a fantástica / fantasmagórica , que envolve espiritualidade, do ponto de vista do Japão, o que deixou a história ainda mais intrigante e curiosa, tudo tão simples, minimalista, visual e sensorial, um deleite de se acompanhar, e Huppert colecionando acertos como sempre, ultimamente menos polêmica nas tramas, apostando em outras nuances, mas sempre magistral.
A Visitante Francesa 2. “O país em que vivemos não existe”. Se não pela escrita, que a memória seja resolvida na experiência, na nova dinâmica que um país estrangeiro pode oferecer às lembranças.
Tem muitas boas decisões, como a questão da evolução do toque físico entre a protagonista e o editor do livro, mas devo confessar que boa parte dos pensamentos mais profundos e filosóficos não me pegou.
Isabelle Huppert tem o poder de transformar pequenos e singelos filmes em algo grandioso e marcante, ainda mais quando desbrava culturas, tradições e pessoas... como anda fazendo nos seus últimos filmes, aqui ainda teve a parte a fantástica / fantasmagórica , que envolve espiritualidade, do ponto de vista do Japão, o que deixou a história ainda mais intrigante e curiosa, tudo tão simples, minimalista, visual e sensorial, um deleite de se acompanhar, e Huppert colecionando acertos como sempre, ultimamente menos polêmica nas tramas, apostando em outras nuances, mas sempre magistral.
Uma história comovente de luto e fantasmas. Isabelle Huppert ❤️❤️❤️❤️❤️❤️
A Visitante Francesa 2. “O país em que vivemos não existe”. Se não pela escrita, que a memória seja resolvida na experiência, na nova dinâmica que um país estrangeiro pode oferecer às lembranças.
Tem muitas boas decisões, como a questão da evolução do toque físico entre a protagonista e o editor do livro, mas devo confessar que boa parte dos pensamentos mais profundos e filosóficos não me pegou.
Bom filme!