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Sinopse
Rancheiro busca vingança pelo assassinato de sua esposa, acompanhado da irmã gêmea da mulher. No violento percurso ele também é caçado por um obsessivo homem da lei.
ALLAN DAWAN era um diretor de exímios faroestes que tratavam de costumes de uma certa cultura, aqui, hispânico advindo da terras mexicanas, confrontando com a cultura norte americana. A relação de ódio e vingança, centrada no personagem de CORNEL WINDE cujo busca a verdade pelo assassinato de sua família é aliviado ao final pelo discurso amenizador. YVONNE DE CARLO, vive dois papeis de duas irmãs gêmeas, mas mostra mais expressividade no papel da irmã valante e acostumada a laçar gados. O uso das cores nos filmes darwianos é um deleite aos nossos olhos, juntamente, com a fotografia que insere a aridez das paisagens contrastando com as montanhas com neve. Pode até não ser o melhor deste realizador, mas mesmo assim, é muito bom.
Cornel Wilde divide com a bela Yvonne de Carlo o protagonismo deste western que trata de uma vingança pelo assassinato da esposa de Wilde. No elenco dois bons atores que se destacaram em séries na TV americana: Anthony Caruso, o sargento Muñoz, que participou de Bonanza (1959-1973), Gunsmoke (1955-1975) e Chaparral (1967-1971), entre outras. Já Raymond Burr - o capitão Rodriguez, no filme - atuou nas séries Perry Mason (1957) e Tempera de Aço/Ironside (1967). Registre-se, também, a rápida participação de Stuart Whitman.
A primeira metade do filme é preciosa: soluções narrativas inusitadas (ainda que, mais uma vez, como todo bom faroeste, historicamente previsíveis) e elenco afiado. A seqüência que justifica o título brasileiro é crudelíssima, mas infelizmente comum em conjunturas como aquela que o enredo deslinda - também bastante abundantes aqui no Brasil. Fotografia ótima, bom uso dos costumes hispano-norte-americanos (ainda que todos falem Inglês) e um desfecho que cansa pela saturação de uma insustentável situação-limite: como vingar-se adequadamente daquilo que tanto fere-nos? Por sorte, a fala derradeira do protagonista é impressionante neste sentido. Os coadjuvantes e figurantes são ótimos, a perspectiva moral do filme é bastante sólida (conforme já demonstrado em mais de uma obra dwaniana) e a direção é primorosa, inaudita: para ser aplaudida de pé! (WPC>)
Mais um filme do incansável diretor canadense Allan Dwan (1885-1981), que dirigiu mais de 400 filmes em 50 anos de carreira, estrelado pelo húngaro Cornel Wilde (1912-1989) e pela bela canadense Yvonne De Carlo (1922-2007) em um papel duplo. Raymond Burr (1917-1993) machucou gravemente a perna durante as filmagens de uma cena de perseguição. Enquanto ele se recuperava no hospital, o roteiro foi reescrito para explicar sua mancada.
O que parecia ser uma vingança média de um faroeste convencional, alcançou um grande clímax nas montanhas nevadas com uma aventura sufocante. Parecia muito bom e teve um final inesperado. Impedido por alguns cenários óbvios que substituem locais montanhosos, mas também por algumas filmagens de boa localização entre Nevada e a Califórnia. Um western assistível mesmo não tendo um roteiro tão inspirado, mas com algumas boas cenas de ação, um cão simpático e coadjuvantes conhecidos no elenco.
Um eficiente western de Allan Dwan, com Cornel Wilde em busca vingança sobre os responsáveis pelo massacre de sua família. Tem ainda uma boa presença de Yvonne de Carlo, interpretando dois personagens.
ALLAN DAWAN era um diretor de exímios faroestes que tratavam de costumes de uma certa cultura, aqui, hispânico advindo da terras mexicanas, confrontando com a cultura norte americana. A relação de ódio e vingança, centrada no personagem de CORNEL WINDE cujo busca a verdade pelo assassinato de sua família é aliviado ao final pelo discurso amenizador. YVONNE DE CARLO, vive dois papeis de duas irmãs gêmeas, mas mostra mais expressividade no papel da irmã valante e acostumada a laçar gados. O uso das cores nos filmes darwianos é um deleite aos nossos olhos, juntamente, com a fotografia que insere a aridez das paisagens contrastando com as montanhas com neve. Pode até não ser o melhor deste realizador, mas mesmo assim, é muito bom.
Cornel Wilde divide com a bela Yvonne de Carlo o protagonismo deste western que trata de uma vingança pelo assassinato da esposa de Wilde. No elenco dois bons atores que se destacaram em séries na TV americana: Anthony Caruso, o sargento Muñoz, que participou de Bonanza (1959-1973), Gunsmoke (1955-1975) e Chaparral (1967-1971), entre outras. Já Raymond Burr - o capitão Rodriguez, no filme - atuou nas séries Perry Mason (1957) e Tempera de Aço/Ironside (1967). Registre-se, também, a rápida participação de Stuart Whitman.
A primeira metade do filme é preciosa: soluções narrativas inusitadas (ainda que, mais uma vez, como todo bom faroeste, historicamente previsíveis) e elenco afiado. A seqüência que justifica o título brasileiro é crudelíssima, mas infelizmente comum em conjunturas como aquela que o enredo deslinda - também bastante abundantes aqui no Brasil. Fotografia ótima, bom uso dos costumes hispano-norte-americanos (ainda que todos falem Inglês) e um desfecho que cansa pela saturação de uma insustentável situação-limite: como vingar-se adequadamente daquilo que tanto fere-nos? Por sorte, a fala derradeira do protagonista é impressionante neste sentido. Os coadjuvantes e figurantes são ótimos, a perspectiva moral do filme é bastante sólida (conforme já demonstrado em mais de uma obra dwaniana) e a direção é primorosa, inaudita: para ser aplaudida de pé! (WPC>)
Mais um filme do incansável diretor canadense Allan Dwan (1885-1981), que dirigiu mais de 400 filmes em 50 anos de carreira, estrelado pelo húngaro Cornel Wilde (1912-1989) e pela bela canadense Yvonne De Carlo (1922-2007) em um papel duplo. Raymond Burr (1917-1993) machucou gravemente a perna durante as filmagens de uma cena de perseguição. Enquanto ele se recuperava no hospital, o roteiro foi reescrito para explicar sua mancada.
O que parecia ser uma vingança média de um faroeste convencional, alcançou um grande clímax nas montanhas nevadas com uma aventura sufocante. Parecia muito bom e teve um final inesperado. Impedido por alguns cenários óbvios que substituem locais montanhosos, mas também por algumas filmagens de boa localização entre Nevada e a Califórnia. Um western assistível mesmo não tendo um roteiro tão inspirado, mas com algumas boas cenas de ação, um cão simpático e coadjuvantes conhecidos no elenco.
Um eficiente western de Allan Dwan, com Cornel Wilde em busca vingança sobre os responsáveis pelo massacre de sua família. Tem ainda uma boa presença de Yvonne de Carlo, interpretando dois personagens.