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Data de lançamento
29 Nov. 2002Duração
Chris Kelvin é um psicólogo que ainda sofre a perda de seu grande amor, Rheya, alimentando um sentimento de culpa pelo ocorrido. Kelvin é convocado para investigar o estranho comportamento dos integrantes de uma estação espacial que orbita o misterioso planeta Solaris, que perdeu contato com a Terra. Inicialmente relutante, Kelvin decide partir após ver um comunicado de Gilbarian, seu grande amigo pessoal, solicitando sua ajuda na estação Prometheus por razões que não quer explicar. Ao chegar na estação orbital Kelvin tem uma dupla surpresa: Gilbarian se suicidou e os outros dois cientistas apresentam sintomas de stress extremo e paranoia, resultado dos exames que realizaram no planeta. É quando algo inusitado ocorre na vida de Kelvin e ele reencontra, bem à sua frente, sua amada Rheya.
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31.03.2004
Uma utopia científica misturada com uma gota de romance, amor e charme que as obras do George Clooney sempre envolvem. O filme inteiro lida com conceitos científicos sobre matéria, citando várias vezes o Boson de Higgs, energia e conceitos científicos que apenas quem é cientista pode captar de primeira, obviamente misturada com as visões e projeções mentais em torno da esposa do personagem central.
A obra inteira se arrasta em torno da investigação em torno da estação que orbita uma estrela azul (estrelas tipicamente maiores que o nosso Sol) e cujo efeito da sua atividade é criar uma realidade dentro da nave, com seres reais (não mentais) que podem interagir com objetos e tudo mais. A história toda é feita em torno disso, a esposa do psicólogo é a pivô da história por uma boa parte do filme. O legal, com certeza, é acompanhar os delírios, mas acho que é uma obra "melhor ainda" para as admiradoras do galã de hollywood que tem uma justificativa para assistir uma ficção científica. Obra inspirada no livro Solaris de Stanisław Lem. Esperava mais da trilha sonora anunciada nos trailers pela internet, mas me decepcionei um pouco.
Achei muito bom, prefiro a versão russa, mas esse tá longe de ser ruim. Essa média baixa não é justa
Uma das maiores afrontas que Hollywood já cometeu. Felizmente, ninguém ligou pra ele e ficou nisso mesmo.
É patético como o americano médio gosta de pensar que qualquer obra só vai ganhar sua versão definitiva quando for realizada em seu território. Não é por acaso que a maioria dos remakes não dão certo (principalmente os de filmes não falados em inglês).
O filme é mais um drama psicológico do que uma ficção científica. Mesmo com a premissa de influência de Solaris sobre a tripulação e com narrativa lenta e contemplativa o filme nao se aprofundata nos elementos de um Syfy e sim em memorias e até em questões filosoficas sobre existencia. A visão esplêndida de Solaris chama atenção. Depois dessa é assistir a versão de 1972 do grande Andrei Tarkovski e ler o livro de Stanisław Lem.