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Data de lançamento
15 Junho 1988Duração
Durham, Carolina do Norte. Após tentar todas as religiões principais e a maioria das menores, Annie Savoy (Susan Sarandon) resolveu acreditar na "igreja do beisebol". Para Annie jogar é como fazer amor, pois só se precisa de relaxamento e concentração. Ela só se deita com bons pontuadores e grandes batedores ou pegadores e acredita ter dado para estes jovens uma certa sabedoria de vida, expandindo suas mentes. Annie é uma torcedora bem mística do Durham Bulls e tradicionalmente escolhe um "protegido" por temporada. O da vez é o novato Ebby Calvin 'Nuke' LaLoosh (Tim Robbins), mas logo ela acaba se envolvendo também com Crash Davis (Kevin Costner), jogador veterano escalado para tomar conta de Nuke.
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Filmes sobre esportes, mas precisamente, sobre beisebol é geralmente, um pé no saco. Este título aqui, embora tenha o beisebol como pano de fundo, o enredo dá ênfase a um romance trisal meio doido e sem graça entre os três protagonistas: Kevin Costner, Susan Sarandon e Tim Robbins que para mim não estão em seus melhores momentos no cinema. Sorte no Amor é uma fita irregular do diretor Ron Shelton que, surpreendentemente, foi indicado ao Oscar de melhor roteiro original (as zebras do Oscar). Não é lá essas coisas todas, mas serve como entretenimento.
Susan Sarandon ❤️❤️❤️❤️
13.10.1996
No universo do futebol, mulheres que se relacionam com jogadores são popularmente chamadas de "Maria Chuteira". Existe um termo equivalente para o beisebol?
Um filme de beisebol que o foco não é no beisebol, mas sim num triângulo amoroso meio maluco liderado pela Susan Sarandon. Com certeza, os roteiristas de "Challengers" se inspiraram nesse filme para a questão do romance. Susan Sarandon domina a cena com carisma e presença, Kevin Costner também está carismático, e Tim Robbins vem como alívio cômico, como o jogador burrão que quer ser craque do time.
Legalzinho, quase te faz se envolver com esse esporte chatissimo. A personagem principal é interessante mas as vezes irritante. Dá pra dar umas risadas, definitivamente é irreverente.